AAJ - Associação de Ajuda a Jovens

Autor: Gbriel Page 2 of 6

Indicadores logísticos: conheça alguns que você pode aplicar em seu negócio

Os indicadores logísticos são uma importante ferramenta para avaliar a performance de sua empresa e otimizá-la, compreendendo melhor como estes índices podem ajudar a trabalhar seus recursos e processos de uma boa maneira.

Inclusive, já é mais do que fato que a maioria das empresas deseja se manter competitiva no mercado, principalmente se pensarmos que o mundo dos negócios está cada vez mais concorrido.

Os processos digitais possibilitados por avanços tecnológicos tornaram a abertura de empresas de logística SP muito mais fácil. Como resultado, o mercado inchou, com muitas novas possibilidades e empresas qualificadas disputando o mesmo nicho.

Por isso, tornar-se um destaque se faz essencial, e o processo logístico pode desempenhar um papel importante nesse tipo de ação. Entretanto, isso nem sempre é uma tarefa fácil, principalmente por conta dos custos de um processo logístico completo.

É preciso se atentar a diversos elementos para conseguir resultados positivos, que de fato tragam algum benefício competitivo para a empresa. Entenda melhor sobre o assunto em questão!

Como organizar melhor o setor logístico?

Para conseguir controlar melhor esse tipo de custo e otimizar suas oportunidades com a empresa, muitos profissionais optam por monitorar os indicadores logísticos para compreender melhor como o andamento do setor de logística está sendo efetivado.

Estas métricas também são conhecidas pelo nome de Indicadores Chave de Desempenho, ou KPIs, sigla para o termo em inglês (Key Performance Indicator).

Estes elementos permitem que você faça uma avaliação muito mais completa da empresa, seja da área de sistema de gestão de frotas ou de qualquer outro mercado de atuação.

Dessa forma, você consegue identificar uma série de ações que estão sendo realizadas em sua empresa, e quais estão gerando lucro de fato. Dessa forma, você consegue manter apenas as ações que geram retorno para a empresa, eliminando gastos desnecessários.

Entretanto, é preciso ter um conhecimento especial para saber quais KPIs você deve utilizar. Isso porque existem centenas de indicadores com diversos objetivos, e mesmo que você segmente para o setor logístico, ainda são várias opções.

Escolher os indicadores certos é uma questão de estratégia, que deve ser feita com sabedoria, para manter a qualidade de suas ações logísticas. Por isso, é importante avaliar quais são os elementos que você dará atenção especial para vender, por exemplo, peças para carretas.

Conheça os principais indicadores logísticos

Saber avaliar corretamente suas ações logísticas é fundamental. Dessa forma, você consegue utilizar com mais qualidade suas atividades, estruturando melhor a empresa e conseguindo reduzir custos e aumentar os lucros da unidade.

É importante pensar, entretanto, que cada empresa é única, e estes elementos podem variar dependendo de suas ações. Por isso, é importante que você consiga explorar todo o seu potencial para se tornar uma liderança em sua área de atuação.

Serviço de entregas

Esta métrica é muito importante para identificar todo o processo de transporte de sua empresa. Ela mede os prazos de entrega em todas as etapas, desde os fornecedores de matéria-prima até o recebimento do produto pelo cliente final.

Trabalhar esse tipo de recurso é muito importante para que você consiga calcular o tempo médio de transporte de suas atividades. Dessa maneira, você consegue traçar rotas melhores e otimizar esse percurso.

Quanto menos tempo você precisar de transporte, melhor será para os custos da empresa. Por isso, é interessante pensar em como você pode melhorar esta métrica com elementos importantes de registro de transporte.

Além disso, é possível avaliar a qualidade desse tipo de atendimento. Como o produto chegou, potenciais atrasos e outros elementos são fundamentais para que você consiga compreender todo o potencial desse tipo de ação.

Você pode ainda avaliar por região e identificar atrasos e outros problemas, que podem ser relevados, visando uma boa estrutura de, por exemplo, uma fábrica de produtos de limpeza.

Dessa forma, você consegue melhorar todo o processo logístico e cria uma situação mais saudável para sua empresa. Esse tipo de ação é fundamental para que você consiga utilizar este indicador em sua totalidade, permitindo uma análise profunda.

Registro de ocorrências

Toda vez que algum evento não planejado acontece, ele é registrado como uma ocorrência. Entre as principais possibilidades, uma ocorrência pode ser:

  • Avarias do produto;
  • Extravio;
  • Trocas;
  • Devoluções.

Independentemente do que esteja acontecendo com o determinado produto, é importante que esse tipo de ação auxilie a identificar rapidamente o problema, para que uma solução adequada seja tomada.

Quanto mais você consegue avaliar esse tipo de ocorrência, maior será a assertividade na resolução, diminuindo atrasos e obstáculos no processo logístico. Isso é muito importante para você conseguir estruturar melhor suas ações de venda de, por exemplo, cesta de alimentos.

As ocorrências são as grandes responsáveis pelo gasto adicional com custos de produtos, desperdício e outras ações. Além disso, o desperdício de tempo ocasionado por uma simples ocorrência pode colocar todo o processo logístico a perder.

Quanto mais você consegue estruturar suas ações para reverter esses quadros, maior é o potencial de melhoria para sua empresa. Isso porque quando o processo ocorre normalmente, você acaba conquistando uma posição muito mais interessante no mercado.

As ocorrências também têm um impacto direto na produtividade da empresa, e ainda mais na satisfação do usuário, o que pode ser crucial para você se tornar uma liderança no mercado de, por exemplo, fertilizantes orgânicos líquidos ou qualquer outro.

Tempo do ciclo

Esta é uma métrica muito importante para conseguir resultados expressivos na sua produtividade. O tempo do ciclo calcula todo o período que um produto tem, desde o momento de início de sua manufatura até chegar ao cliente final.

Esse tipo de registro é responsável por identificar atrasos e gargalos dentro do processo de produção, transporte e entrega de um determinado item. Com ele, o gestor pode identificar quais são os momentos de maior dificuldade do processo.

Dessa maneira, você pode identificar o que precisa ser trabalhado e começar a buscar alternativas para esse tipo de ação, criando um material de muito mais qualidade para suas ações e explorando todo o seu potencial.

Percentual de cargas

Saber o tipo de carga que você está carregando também é uma excelente maneira de conseguir identificar o quão bem você pode estar agindo. Existem diversos tipos de transportes para cargas.

Alguns elementos podem ser enviados por transporte rastreável, do qual você consegue uma avaliação muito maior de todo o transporte, o que ajuda a compreender melhor a compreensão do serviço de, por exemplo, uma empacotadora automática.

É muito importante que uma empresa consiga explorar melhor seu potencial de rastreamento. Assim, você consegue estruturar com mais qualidade suas ações e identificar todo o processo de logística da empresa.

Por isso, é ideal que pelo menos 40% de sua carga seja rastreável, para que assim você possa estruturar melhor a logística de sua empresa. Além disso, é importante ter muita transparência nessas ações, principalmente para conseguir o resultado ideal.

Controle de estoque

O estoque é uma das partes mais importantes do processo logístico. Isso porque ele tem que estar em perfeita harmonia com todos os elementos que você escolher para fazer o transporte e a entrega dos produtos em um determinado local.

O primeiro ponto que deve ser levado em conta é o fato de que manter um estoque é algo custoso. Por isso, quanto menos espaço você precisar, melhor para a saúde financeira da empresa.

Ter um estoque pequeno, entretanto, significa que o processo logístico da empresa deve funcionar como um relógio. Dessa maneira, você evita que os estoques fiquem sobrecarregados ou que falte algum produto, como um tanque para transporte de combustível.

Com o indicador correto, você consegue compreender melhor o funcionamento de seu estoque, e como você pode fazer para conseguir explorar melhor este recurso com qualidade e sem precisar gastar a mais.

Além disso, é importante que seu estoque seja de fácil controle. Hoje, contar com ferramentas digitais para fazer esse tipo de avaliação é um processo muito comum. Os dias de fazer um inventário à mão ficaram para trás.

Quanto mais você conseguir manter seu inventário em ordem, mais garante que não haverá nenhum tipo de problema solidificando seu processo logístico e garantindo mais assertividade em suas ações.

O excesso de estoque pode gerar desperdício, enquanto a falta pode fazer com que os consumidores percam o interesse. Por isso, manter seu estoque em ordem acaba se tornando uma das maiores prioridades da empresa.

Considerações finais

O processo logístico é um assunto complexo e que requer uma série de estudos e informações. Por isso, é fundamental que você se atente ao realizar ações que vão de encontro a essa etapa de seu controle de vendas.

Obter informações relevantes deve ser um dos principais focos de sua análise, aproveitando os indicadores certos para gerar resultados cada vez melhores para sua empresa. Dessa forma, você consegue se destacar em um mercado cada vez mais exigente.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como escolher um bom escritório de advocacia?

Existem muitos advogados e escritórios de advocacia por aí, e parece que a escolha não é tão fácil de fazer. No entanto, se você souber a abordagem certa, terá todas as chances de encontrar um bom escritório de advocacia

Até recentemente, escolher um advogado era uma tarefa difícil. Hoje em dia, muitas pessoas confiam nos conselhos de familiares e amigos para encontrar um profissional. Mas afinal, como escolher um bom escritório de advocacia?

Ao se deparar com a escolha de um escritório de advocacia, vale a pena definir cuidadosamente suas expectativas desde o início. Por que você precisa do melhor advogado?

Também vale a pena responder à pergunta se precisamos de um advogado por uma vez ou se vamos usar seus serviços o tempo todo.

Um fator importante a se considerar na escolha de um escritório de advocacia é também a relação entre advogado e clientes. O respeito mútuo deve ser a base aqui, mas qualidades como paciência ao explicar regras difíceis, facilidade de comunicação e cultura pessoal também são importantes.

Um escritório de advocacia confiável antes de tudo, distinguir-se pela fiabilidade dos serviços prestados e por um grupo de especialistas qualificados com formação superior.

Onde posso encontrar um bom advogado?  

O primeiro passo no processo de encontrar um advogado é entender o problema ou questão que está diante de você. 

Se você não tem conhecidos que possam recomendar alguém, basta procurar informações na internet. Se tiver recomendações, não negligencie as ligações para verificar as recomendações. 

A boa reputação de um escritório de advocacia garante a qualidade do trabalho, mas você não deve confiar apenas no nome da empresa. 

O que determina o custo dos serviços jurídicos?

A maneira como um bom advogado calcula seus serviços depende muito da experiência e da reputação do escritório de advocacia. No entanto, em muitos casos, você não deve limitar sua pesquisa apenas ao orçamento.

Sua tarefa é encontrar um advogado com uma relação ideal entre a qualidade dos serviços prestados e seu custo. Em geral, a regra é verdadeira um advogado mais experiente tem uma qualificação melhor e é mais caro. 

Mas, ao mesmo tempo, se o problema não for o mais difícil, mesmo um advogado menos experiente conseguirá enfrentá-lo com um custo menor. 

O preço dos serviços jurídicos depende das qualificações do advogado, da natureza da questão jurídica, da reputação do escritório de advocacia e da localização.

O pagamento por serviços jurídicos é feito por hora e por peça. Se você paga por hora, precisa entender que um advogado com uma taxa mais barata nem sempre custará menos. Um especialista mais experiente e, portanto, mais caro geralmente gasta menos tempo resolvendo um problema e, em geral, seus serviços podem ser mais baratos. 

Para alguns advogados, a consulta inicial é gratuita. Isso significa que você não precisa pagar pelo tempo enquanto o advogado está apenas conhecendo o seu problema. 

Como escolher um escritório de advocacia confiável

Reputação e opinião pública

O primeiro e mais importante no campo jurídico é uma reputação impecável. Certifique-se de procurar informações sobre o escritório de advocacia escolhido: seu histórico, análises de clientes, porcentagem de casos resolvidos com êxito, notícias. 

A história da empresa não deve conter histórias escandalosas, clientes insatisfeitos ou ofendidos, e o percentual de casos de sucesso deve ser de pelo menos 80%.

Sempre deve haver um contrato!

Um bom escritório de advocacia sempre celebra um contrato com o cliente, onde todos os deveres do advogado e todos os direitos do cliente estão claramente descritos. 

Leia o contrato com atenção, preste atenção à cláusula sobre o pagamento dos custos do escritório de advocacia, estude todos os deveres de um advogado especificados no contrato.

Não há garantia de 100%!

Não confie em advogados que dizem que resolverão completamente o caso a seu favor. Nenhum escritório de advocacia confiável lhe dará cem por cento de garantias! 

Em vez disso, uma empresa profissional examinará cuidadosamente as circunstâncias do caso, analisará a base de evidências e elaborará uma estratégia para proteger seus interesses. Só então os advogados lhe falarão sobre as chances de sucesso.

Experiência da empresa

A experiência de um escritório de advocacia é a experiência cumulativa de seus funcionários. Um escritório de advocacia pode ser jovem, mas seu quadro de funcionários pode incluir especialistas com vasta experiência em diferentes áreas do direito. 

Conexões de negócios

Frequentemente, boas conexões comerciais podem acelerar significativamente a resolução de certos problemas. Na maioria das vezes, grandes empresas com vasta experiência possuem uma base já estabelecida de contatos comerciais. 

As empresas chefiadas por personalidades famosas ou da mídia também têm boas conexões comerciais. Os contatos de negócios são bons, mas você não deve confiar em advogados que dizem que os contatos o ajudarão a resolver todas as suas dúvidas. Uma estratégia bem pensada é muito mais importante!

O uso de tecnologia

Não há dúvida de que a tecnologia trouxe uma mudança radical na prática forense, influenciando todos os seus aspectos; e, de fato, com a introdução do processo civil eletrônico, o uso da internet e de diversos dispositivos eletrônicos é essencial para a existência concreta do escritório de advocacia.

A tecnologia passou a ser um aspecto essencial no setor jurídico: advogados, assistentes, secretários e demais profissionais do setor devem saber utilizar os diversos programas e aplicativos, que são essenciais para toda a gestão do estudo. 

Fica claro, portanto, que a tecnologia hoje fica às custas de escritórios de advocacia formados por advogados mais velhos profissionalmente, que iniciaram suas carreiras com papel e caneta e o código civil sobre a mesa e mostram alguma resistência em se adaptar ao mundo da TI, ao contrário das novas gerações que parecem muito mais abertas às inovações.

Esta consideração não tem o objetivo de distrair o leitor da escolha de um escritório de advocacia composto por advogados que estão quase no final de suas carreiras, mas representa um alerta, pois é necessário garantir que o escritório esteja em qualquer caso equipado com o dispositivos eletrônicos mínimos essenciais para a execução do serviço, e que nele trabalhem colaboradores com os conhecimentos tecnológicos indispensáveis.

A escolha de um bom escritório de advocacia certamente fará diferença na sua causa, não negligencie a escolha.Esse conteúdo foi desenvolvido em parceria com o escritório de advocacia Galvão e Silva. Escritório com diversos advogados experientes que irão te ajudar e auxiliar em diversos assuntos sobre leis.

Live commerce: saiba mais sobre o que é e como fazer

O live commerce é uma estratégia recente, que tem apresentado resultados muito satisfatórios no conceito de vendas pela internet. Este é um reflexo das alterações causadas por conta da transformação digital.

Os avanços tecnológicos têm tido um grande impacto em diversas áreas da vida, principalmente com relação a dispositivos móveis. Neste caso, é importante ter em mente que esse tipo de tecnologia está constantemente na vida do usuário.

De todo o tempo que uma pessoa comum passa em seu dia, a maior parte é conectada. Assim, a internet tem se tornado cada vez mais uma parte corriqueira na vida das pessoas, por conta disso, muitas inovações têm surgido.

Dentre elas, o mercado digital foi um dos que mais despontou. Vender itens variados, por exemplo, camisetas bordadas na internet se tornou uma ação corriqueira e muito desejada pelas pessoas.

Embora em seu surgimento ainda gerasse um pouco de receio, principalmente por conta da segurança no mundo virtual, hoje em dia esse tipo de ação tem protocolos fortes de segurança que garantem a operação.

Com isso, o mundo viu um levante do mercado digital. Muitas pessoas começaram a fazer compras através de dispositivos eletrônicos, e essa popularização tem se tornado cada vez maior.

Confira também – E-commerce B2B: veja as vantagens e desvantagens desse modelo de negócio

Inovar na venda online é necessário

Com a quantidade de empresas surgindo e a competitividade cada vez mais crescente no mercado, as empresas tiveram que pensar em novos formatos para se destacar, tendências que têm sido muito relevantes no mercado de, por exemplo, venda de bolsa térmica marmita.

A ideia segue a mesma de costume, que é fazer o cliente consumir seus produtos ou serviços. Entretanto, com estas técnicas, você estará mais atualizado no mercado e a chance de um consumidor encontrar sua empresa fica muito maior.

Criado na China, o live commerce é uma das tendências mais novas desse tipo de trabalho. Ao todo, o país já realizou mais de 10 milhões de transmissões ao vivo, o que teve um impacto gigantesco nas vendas e visualizações das empresas participantes.

De acordo com informações cedidas pelo Ministério do Comércio da China, a média de sessões foi de 55 mil, com mais de 100 mil itens comercializados diariamente. Esse tipo de número é um novo patamar para o comércio digital como um todo.

O live commerce é uma modalidade de vendas que utiliza o live streaming, formato popular de exibição de vídeos ao vivo pela internet, com o comércio eletrônico. Neste caso, você consegue uma interação muito mais direta com o público.

Isso porque o produto é apresentado ao vivo, com espaços para perguntas e questionamentos, enquanto um apresentador faz testes e demonstrações com o item em questão.

Esse tipo de vendas atende variados nichos, por exemplo, o de maquina de envasar. Inclusive, dessa forma, acaba atraindo um público muito maior interessado em assistir e, até mesmo, consumir o produto.

Para garantir o máximo de efetividade, a maioria das empresas opta por convidar um participante para fazer essa demonstração. Pode ser uma celebridade, um influenciador digital ou outro convidado ilustre, que normalmente é interessante para o seu público-alvo.

Sobre o público-alvo, esse é um grupo de pessoas que têm interesses e gostos em comum, com uma propensão maior a acompanhar sua live commerce e, até mesmo, consumir o produto depois de ver uma avaliação completa.

Esse tipo de ação passa muito mais credibilidade para uma empresa, sobretudo em questão de apresentar o produto, uma vez que o público está vendo ao vivo o funcionamento, podendo solicitar testes e tirar dúvidas durante a transmissão.

Normalmente, essas lives são transmitidas em uma plataforma específica para lives, sendo retransmitida nas redes sociais da empresa para uma maior efetividade em questão de alcance e engajamento com o público.

Como fazer sua live commerce?

O principal elemento de uma live de vendas é a presença humana na situação. O mercado digital é muito solitário e impessoal, então ter uma figura real apresentando um produto e se comunicando com o chat, ao responder perguntas e dúvidas, é muito interessante.

Por isso, este deve ser um dos principais pontos a se analisar quando você estiver montando esse tipo de ação de marketing em sua estrutura comercial de, por exemplo, refrigerador industrial.

Dessa maneira, conseguirá uma quantidade muito maior de conversões quando estiver ativamente trabalhando este recurso. Ademais, entre os principais pontos para fazer uma boa live commerce estão os seguintes:

Escolha a plataforma correta

Existem diversas plataformas nacionais e internacionais de transmissão ao vivo, com vários objetivos e recursos diferentes. Neste primeiro ponto, é importante avaliar qual modelo se encaixa melhor para sua proposta.

Alguns serviços brasileiros, até mesmo, permitem que você efetue a venda na própria plataforma, garantindo que você terá um retorno mais rápido e imediato, uma vez que o consumidor não precisa sair do ambiente digital em que se encontra para comprar.

Além disso, é interessante tomar cuidado com alguns elementos que devem ser feitos em teste, como o tipo de conexão, a qualidade da ferramenta e a facilidade para os usuários assistirem, bem como para quem desejar comprar pallet, por exemplo.

Todos estes elementos são muito importantes quando você estiver se organizando para conseguir utilizar o live commerce com todo seu potencial, para conseguir aumentar consideravelmente suas vendas e melhorar o posicionamento do negócio.

Tenha uma boa estratégia

Um dos principais meios de conquistar um sucesso maior com suas transmissões ao vivo é com muito planejamento estratégico. É preciso se preparar muito bem para conseguir realizar a ação com qualidade e obter resultados satisfatórios.

O primeiro ponto é identificar o motivo pelo qual você está fazendo a live. Embora as vendas sejam um dos motivos mais comuns, existem outros como:

  • Aumentar a visibilidade da marca;
  • Criar uma rotina de transmissões;
  • Lançar um novo produto;
  • Apresentar conteúdo relacionado à empresa.

Além disso, é importante ter em mente que uma transmissão que deseje vender não pode ser feita sem nenhum tipo de cuidado.

É preciso estruturar um bom roteiro, ter uma equipe para auxiliar o apresentador, além de diversos outros elementos fundamentais para criar uma gravação. O profissionalismo será um dos grandes diferenciais desse tipo de ação.

Até mesmo um camarim móvel pode ser instalado para melhorar a situação dos colaboradores. Lembre-se de colocar este tipo de atividade quando estiver realizando o planejamento geral de marketing. 

Assim, quando o momento de fazer a live chegar, você já terá uma base das informações necessárias. Isso garante muito mais tranquilidade na hora de entrar ao vivo, garantindo resultados mais satisfatórios e interessantes para sua empresa como um todo.

Trabalhe com o emocional

Alguns elementos são muito importantes para o marketing digital, pois mexem diretamente com a mente dos consumidores. Tratam-se de gatilhos mentais. Esse tipo de ação é muito importante para gerar um interesse maior pelo produto ou serviço.

Ao apresentar um conteúdo ao vivo, existem duas opções que podem ser muito bem trabalhadas, que é a sensação de necessidade e a de desejo.

A necessidade aparece quando o apresentador mostra todos os benefícios que o produto, como frascos de plástico oferece, identificando sua superioridade perante outros modelos no mercado e como você pode se beneficiar com isso.

O desejo de compra surge quando o cliente identifica o quão bem ele se sentirá ao obter esse tipo de produto, garantindo muito mais vendas para sua empresa. Além disso, é possível lidar com o sentimento de urgência.

Você pode identificar que apenas durante a transmissão, um desconto especial será fornecido, ou que as unidades estão se esgotando. Dessa maneira, o cliente se sente estimulado a consumir antes que perca a oportunidade, gerando ainda mais vendas.

É importante trabalhar com honestidade neste ponto. Não deixe de apresentar todos os benefícios do produto, suas formas de uso e os benefícios que ele tem a oferecer, conquistando assim uma estrutura mais satisfatória para este tipo de ação.

Segmentação de público

Para conseguir uma taxa de conversão maior com suas transmissões de venda, é preciso que você alcance um público interessado em comprar.

Seu público-alvo pode ter uma propensão maior a isso, mas nem sempre terá as condições necessárias para converter as vendas de uma máquina ou de cestas natalinas, por exemplo.

Por isso, é importante que você faça um trabalho maior de segmentação, para garantir que suas ações atingirão o público exato que tem o interesse e as condições de consumo para assistir a transmissão.

Considerações finais

O live commerce, embora seja uma técnica recente, tem ganhado uma visibilidade bem grande no mercado, por conta de seu modelo único e atrativo de oferecer produtos ou serviços com qualidade e com uma produção eficiente.

Por isso, é muito importante que você pense em sua estrutura para conseguir explorar todos os recursos à sua disposição, criando assim transmissões divertidas e únicas que atraiam um bom público.

Dessa forma, você consegue mostrar todo o potencial de seu produto e consegue vender para um público muito mais amplo, conquistando ótimos resultados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Vale a pena construir marketplace próprio?

Embora não seja algo tão falado nos dias de hoje, muitas pessoas têm vontade de construir um marketplace próprio e entrar nesse mercado de trabalho, que é responsável por cerca de 35% das vendas de comércio eletrônico no Brasil.

Mas será que essa é uma boa ideia? Será que vale a pena? Pensando nessas questões, o texto de hoje abordará o que é um marketplace, quais as dificuldades que você pode encontrar ao tentar construir um e, caso insista, algumas orientações valiosas para te guiar.

É verdade que ao longo dos anos, o crescimento dos marketplaces, embora não tenha sido avassalador, trouxe muitas pessoas ao ramo de compras e vendas, além de facilitar muito o consumo de diversos produtos na internet a fora dela.

Sempre existirá uma pessoa interessada em algum produto, desde uma furadeira magnética usada, até mesmo, vasos e cerâmicas mais artesanais. O público sempre existe, bastando saber onde encontrar e como atrair.

Com a popularização da internet e com cada vez mais pessoas podendo navegar por sites e, consequentemente, pelos marketplaces, o consumo através do e-commerce aumentou muito e, hoje em dia, muitas pessoas preferem comprar e vender pela internet.

Com um mercado digital tão dinâmico, competitivo e movimentado, tudo faz crer que o futuro do marketing digital e do e-commerce em geral são os marketplaces. Mas até que ponto isso é real?

Para saber sobre se ainda vale a pena investir em um marketplace para vender os mais diversos produtos, como camisetas bordadas e mouses, por exemplo, confira o tópico a seguir.

Veja também – E-commerce B2B: veja as vantagens e desvantagens desse modelo de negócio

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Será mesmo vantajoso investir em um marketplace?

Certamente é muito chamativa a oportunidade de juntar vendedores e produtos em um único lugar para vendê-los. Afinal, com a evolução e crescimento do comércio digital, é bastante inspirador a ideia de abrir um marketplace próprio.

Porém, tal decisão pode não ser tão assertiva quanto parece visto as inúmeras dificuldades encontradas no processo que podem afastar novos empreendedores e pessoas interessadas, mesmo que tendo um embasamento muito real e forte.

Independentemente se o que será comercializado dentro do marketplace aborda desde recursos tecnológicos até mesmo elementos filtrantes industriais, um dos argumentos mais verdadeiros é a concorrência encontrada.

Quando trazemos essa realidade para o Brasil, apenas três empresas movimentam metade de todas as vendas realizadas no país. Isso já demonstra que um marketplace iniciante terá de concorrer contra muitos outros, desestimulando um bom começo e retorno de investimento.

Alguns elementos podem ser destacados como adversidades e dificuldades que você pode encontrar ao tentar construir o seu próprio marketplace, como:

  • Dificuldade em recomendar produtos;
  • Dificuldade em entregar conteúdo relevante;
  • Baixo retorno das ferramentas de SEO;
  • Integrações de tecnologias incompatíveis.

Pensemos em uma pesquisa rápida no Google sobre máquinas envolvedoras. Dificilmente o seu marketplace será recomendado logo no começo e, mesmo com muito trabalho, dificilmente alguém irá preferir comprar em um novo local do que o já estabelecido.

Outros exemplos podem ser dados mas, acima de qualquer coisa, você deve lembrar que um marketplace é um local onde pessoas vendem e compram produtos de outras empresas ou pessoas que querem comercializar algo.

Portanto, para que seja seguro, tanto para o consumidor quanto para o vendedor, é necessário que ambas as partes se sintam protegidas na venda de tubos de aço, por exemplo, motivo pelo qual, talvez, um marketplace iniciante não consiga se promover.

Mesmo que o dinheiro investido em uma compra seja irrelevante, ainda sim é dinheiro, e ninguém quer perder ou ser prejudicado pela falta de investimento de uma empresa que ainda está engatinhando no ramo.

Outro ponto a ser exemplificado é a constante mudança no mercado e o dinamismo. Um marketplace não começa a funcionar e trazer retorno da noite pro dia, portanto é necessário muita agilidade na tomada de decisões e na resiliência do negócio em si.

Conceitos de marketing digital e tradicional também precisam ser muito bem trabalhados, seja na venda de notebooks, cadeiras ou conexões hidráulicas. Por exemplo, o conhecimento preciso do público-alvo e como gerar interesse.

Nutrir leads, por exemplo, é uma das estratégias que mais funciona no meio digital, mas quando pensamos no marketplace, são muitas pessoas interessadas nos mais diferentes tipos de produtos, sendo muito mais difícil investir nesse ramo de negócio.

E, mesmo com a criação de um conteúdo de qualidade para atrair mais público, ainda assim a concorrência provavelmente já terá trazido algo parecido, fazendo com que o conteúdo seja duplicado, podendo perder o alcance que sua futura empresa precisa.

Qual o diferencial de um marketplace de qualidade?

Claro que é bastante difícil começar a criar o seu próprio marketplace e ser bem sucedido, mas ninguém disse que é impossível. Mesmo o cliente que desejar comprar pallet busca por inovações e lugares que atendam às suas necessidades.

E, muitas das vezes, mesmo as grandes empresas do mercado podem não se encaixar em seus padrões de busca ou hábitos de compra. Sendo assim, a sua empresa deve buscar o diferencial para se destacar frente a esse mercado de trabalho tão competitivo e difícil.

Sem mais delongas, então, vamos a algumas estratégias e práticas que seu marketplace pode apresentar para se destacar:

01 – Foque no atendimento ao cliente

Não importa se o cliente está comprando frascos de plástico ou uma geladeira, qualquer pessoa quer ser bem tratada antes, durante e depois da compra. Em outras palavras, as pessoas gostam de ser bem atendidas.

Portanto, pense na melhor forma de promover uma ótima experiência ao usuário e, caso ele precise entrar em contato com o suporte de sua empresa, procure oferecer às pessoas que saibam lidar com outras e resolver o problema de forma efetiva.

02 – Saiba gerenciar conflitos

Quando se trabalha com marketplace, você está trabalhando com pessoas diferentes com perspectivas diferentes e lados diferentes de um problema. Porém, tem um grande ponto: você precisa de ambos, tanto do cliente quanto do vendedor.

Ter uma equipe que saiba gerenciar conflitos é essencial para um crescimento eficiente no ramo de atuação, afinal, o cliente está alegando ter sido enganado e o vendedor alega ser mentira. Em quem confiar?

Para isso, é necessário a reunião de provas, análise de dados e agilidade em entender o processo e tomar uma atitude rápida. Quanto melhor sua equipe for em resolver esse tipo de problema, melhor serão seus resultados e mais o seu negócio se destacará.

03 – Saiba criar um tráfego exemplar

Para um marketplace fazer sucesso é necessário que muitas pessoas o acessem diariamente e o tráfego de usuários seja o maior possível, afinal, quanto mais pessoas acessam a plataforma, maiores as chances de adquirirem produtos.

Ou seja, quanto mais pessoas acessam o site, maior a taxa de conversão e clientes. E, para aumentar o tráfego, é necessário uma série de estratégias e práticas de marketing, relacionados à geração de conteúdo, publicidade e boa utilização dos canais de comunicação.

Melhorias no ranqueamento da plataforma perante os mecanismos de pesquisa também são importantes, mas sempre é bom lembrar que tais processos são demorados e precisam de tempo para dar o retorno. Portanto, é necessário muito trabalho e paciência.

04 – Ofereça uma boa experiência ao usuário

Por ser um local onde se reúne diversos produtos para serem comercializados, é necessário oferecer uma ótima experiência de usuário e, consequentemente, o investimento na plataforma deve ser bastante alto.

Principalmente quando pensamos que o acesso pode vir além do computador, se estendendo também para diversos dispositivos móveis. Em outras palavras, quanto melhor a plataforma for de se utilizar, mais os usuários navegam por ela.

E, conforme dito em tópicos anteriores, é necessário bastante tráfego para que o marketplace de fato traga o retorno esperado.

Considerações finais

O texto de hoje abordou se ainda vale a pena investir na criação e empreendedorismo do seu próprio marketplace, expondo as dificuldades e desvantagens do negócio, além de orientações para que você se destaque caso deseje investir nesse meio.

Utilize as informações disponibilizadas ao longo do texto para a realidade do seu negócio, procurando investir cada vez mais nos pontos positivos destacados, além de entender as dificuldades apresentadas e procurar métodos inovadores de dar a volta por cima.

Independentemente de sua decisão, segundo especialistas, o marketplace é o futuro e é extremamente normal que muitos busquem investir nessa área. Por isso, aproveite o atual momento e já tente sair na frente de sua concorrência.

Sente-se e analise o que deve ser feito e como fará, buscando sempre o diferencial para atrair mais clientes e se tornar um gigante no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

E-commerce B2B: veja as vantagens e desvantagens desse modelo de negócio

O e-commerce B2B é um canal de vendas online, que fomenta a negociação entre empresas. Trata-se de uma loja virtual em que distribuidoras, indústrias e representações comerciais expõem seus produtos.

A partir disso, elas podem vendê-los para o varejo, 24 horas por dia, nos 7 dias da semana, contando com personalização de tabela de preços, regras de comissionamento e políticas comerciais adequadas.

Inclusive, é importante ressaltar, ainda, que o modelo e-commerce cresceu muito nos últimos anos, principalmente em 2020, sendo que esse crescimento não impactou apenas os negócios B2C.

Para se ter uma ideia, entre 2020 e 2021, as vendas por e-commerce B2B cresceram 75%. E não se trata de um crescimento passageiro, estamos falando de uma modalidade que ganhou força permanente e vai dominar o mercado nos próximos anos.

Atualmente, diversas empresas vêm aderindo esse modelo de vendas, e muitos clientes passaram a preferir as compras pela internet. Mas para utilizá-lo, é importante conhecê-lo, assim, você garante que ele seja bem estruturado e se consolide.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é e-commerce B2B, as diferenças entre ele e o B2C, suas vantagens e desvantagens. Confira!

Confira também – 5 formas de ganhar dinheiro trabalhando com marketing digital

O que é e-commerce B2B?

E-commerce B2B é um comércio online de empresa para empresa, e é justamente isso que o diferencia de tantas outras lojas virtuais destinadas ao comércio para clientes finais, ou seja, o e-commerce B2C.

Em países como os Estados Unidos, vemos muitas lojas virtuais destinadas a outras empresas, e no Brasil, essa modalidade está ganhando um espaço cada vez maior.

Só em 2019, as vendas por meio desse tipo de negócio renderam um lucro estimado em R$ 2,39 trilhões, com um crescimento de 17% em relação a 2018. E segundo um levantamento realizado pela Mckinsey, em 2020, houve um crescimento de 62%.

Esse crescimento engloba empresas como um fabricante de máquina de alinhamento e balanceamento, assim como de qualquer outro ramo, e se deve ao fato de que ele se adéqua a diferentes tamanhos de empresa.

Os negócios B2B são constituídos por organizações que têm como foco a venda para outras empresas. E dentre os modelos de negócio que se encaixam a ele, temos:

  • Atacadistas;
  • Indústrias;
  • Revendedoras;
  • Empresas terceirizadas;
  • Distribuidoras.

Agora, quando falamos sobre e-commerce B2C, estamos falando de empresas que vendem para o consumidor final. Dentre os exemplos mais comuns estão lojas, supermercados, dentre outros.

O foco deles não são outras empresas, mas sim pessoas, e são exatamente esses negócios que compram do B2B. E agora que você já sabe o que é e-commerce B2B, no próximo tópico, vamos falar um pouco sobre as vantagens dele. Continue a leitura!

Vantagens do e-commerce B2B

Assim como qualquer outro modelo de negócio, o e-commerce B2B tem suas vantagens e desvantagens. Neste tópico, vamos mostrar todas as vantagens que uma loja de acessórios pet atacado desse modelo de vendas tem acesso.

Uma delas é a precificação mais alta, algo muito comum entre a maioria das organizações com esse foco, visto que se trata de produtos e serviços de inteligência. Além do que, acaba por impactar um número muito maior de pessoas.

Outra vantagem para essas corporações é que elas possuem um relacionamento de longo prazo com seus clientes. No caso do B2C, o consumidor está constantemente em contato com inúmeros produtos e serviços.

Isso acaba por aumentar as chances de ele variar as marcas com quem pretende comprar. Por outro lado, quando falamos sobre negócios B2B, é imprescindível que as empresas desenvolvam um relacionamento de longo prazo com seus clientes.

Isso é importante porque o processo de compra tem um impacto muito maior, e é exatamente por isso que essas empresas possuem um setor exclusivo para o pós-venda, de modo que auxilie no sucesso do cliente.

Outra vantagem que merece destaque é a escalabilidade e a previsibilidade. Por exemplo, uma empresa que precisa comprar dispenser de ração é menos mutável do que um cliente pessoa física. Portanto, ela tem um comportamento constante.

Esse fator, aliado a um ticket médio maior, resulta em um modelo de negócio mais escalável e previsível. O controle de churn é muito maior, e isso acontece porque as empresas B2B têm mais conhecimento sobre os seus clientes e conhecem o comportamento deles.

Isso também se deve ao fato de as compras serem muito maiores por cliente, o que também acarreta mais estabilidade financeira para a companhia.

Por fim, os negócios B2B têm um retorno sobre os investimentos (ROI), mais alto e mais rápido. Mesmo que a empresa tenha um crescimento mais lento, consegue obter lucro vendendo para um ou poucos clientes.

Isso ocorre por meio dos pedidos que, geralmente, são grandes ou frequentes. Se um negócio B2C precisa chegar a essa posição, precisa garantir uma participação mais ativa no mercado. Somente assim ele será mais rentável.

E agora que você já conhece todas as vantagens do e-commerce B2B, como no caso de uma distribuidora de produtos de limpeza, no próximo tópico, vamos mostrar as desvantagens desse modelo. Continue a leitura para saber mais.

Desvantagens do e-commerce B2B

Assim como qualquer outro tipo de organização, um e-commerce B2B também tem as suas desvantagens. E podemos classificá-las como características inerentes desse mercado.

Uma delas é o tempo do ciclo de vendas maior. Isso acontece porque o comportamento de aquisição de uma solução B2B depende de várias pessoas que decidem pela compra, e pelo fato de o ticket médio ser maior.   

O número de clientes também é menor, ou seja, para um fabricante de cesta de alimentos, por exemplo, boa parte de seu faturamento depende de poucas empresas.

Pense no seguinte exemplo: se ela vende essas cestas para 5 grandes organizações, seu faturamento é alto, por outro lado, o número de contas ativas é menor. Portanto, para esses negócios, quando eles perdem um cliente, isso pode significar uma queda no faturamento.

Além disso, esses negócios lidam com clientes muito mais exigentes do que as pessoas físicas. Assim sendo, a equipe comercial precisa estar preparada para fechar vendas que realmente trazem lucro.

Outra desvantagem é que o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) é mais alto. Isso acontece porque um fornecedor de fertilizantes orgânicos líquidos, por exemplo, faz suas vendas para outras empresas que contam com mais de um decisor.

Até que todos eles entrem em acordo, o processo de vendas fica parado. E quanto mais alto é o valor da negociação, maior será o CAC, principalmente levando em conta que o potencial cliente é mais qualificado.

Por fim, pelo fato de as vendas serem especializadas, os produtos e serviços são oferecidos para um número menor de compradores.

Portanto, para ter um resultado positivo, tanto a equipe de vendas quanto a de marketing precisam se esforçar mais para conquistar o cliente. Por falar nisso, no próximo tópico, vamos falar um pouco sobre a equipe de vendas em e-commerces B2B.

A equipe de vendas e o e-commerce B2B

Os vendedores de um fabricante de válvulas de segurança podem usar a plataforma e-commerce da empresa como seu braço direito.

Ele deve ser visto e utilizado como uma ferramenta que ajuda a aumentar ainda mais os resultados, além de possibilitar uma atuação mais estratégica.

Entretanto, não se deve desconsiderar o fato de que o contato pessoal e a interação entre vendedores e compradores ainda será um diferencial. É importante aprimorar e manter um relacionamento, e os vendedores podem fazer isso por e-mail, telefone e até WhatsApp.

Assim sendo, dentro de uma empresa que aluga empilhadeira Toyota, por exemplo, sua plataforma e-commerce ajuda a profissionalizar o atendimento e oferece uma boa experiência e facilidade para o cliente.

Em linhas gerais, todos os envolvidos no processo de compra saem ganhando, portanto, empresas, vendedores e clientes.

Mas para chegar a esse nível, é indispensável que a empresa invista em estratégias de marketing para divulgar seu e-commerce. E isso envolve não apenas os clientes, mas também seus colaboradores.

Eles precisam entender do que se trata a loja virtual e quais são as vantagens que ela vai trazer. Quanto aos clientes, é interessante que a plataforma seja apresentada pessoalmente, para que eles saibam como usá-la.

Outra estratégia que vale a pena é fazer uma promoção para os clientes que compram pela primeira vez, pois isso vai estimulá-los a adquirir os produtos pelo site. São ações simples, mas que fazem toda a diferença para os negócios B2B.

Conclusão

Neste artigo, você conheceu um pouco mais sobre o e-commerce B2B e todas as suas vantagens e desvantagens. Investir nele significa acompanhar as tendências de consumo e oferecer mais comodidade para os seus clientes.

Com o crescimento das vendas pela internet cada vez mais notável, negligenciar essa mudança é dar um passo para trás, por isso, é o momento de inovar.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

6 dicas para escolher tecidos para sua colcha

Uma das etapas mais emocionantes e estressantes na criação de uma colcha é escolher seus tecidos . É divertido brincar com diferentes cores e padrões, mas se você está apenas começando, pode estar se sentindo sobrecarregado.

Quais tecidos funcionam bem juntos? Como você pode descobrir quais padrões e cores podem ser combinados? Qual é a melhor maneira de amarrar o look?

Use essas seis dicas para tornar o processo um pouco mais fácil e menos estressante.

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6 dicas para escolher tecidos para sua colcha

1. Escolha diferentes tons de uma cor

Uma maneira simples de escolher os tecidos é escolher diferentes tonalidades da cor. Por exemplo, talvez você tenha um tecido azul marinho que adore e queira usá-lo em seu próximo projeto. A escolha de outras cores semelhantes, como marinho, azul marinho ou turquesa, ajudará a unir o visual.

Incorporar diferentes tons de sua cor principal adicionará contraste e interesse sem tornar a colcha muito ocupada. Se você escolher estampas todas da mesma cor, fará com que sua colcha pareça plana. 

Embora seja ótimo adicionar tons diferentes, certifique-se de usar tons quentes ou frios. Clique aqui para ver uma ferramenta que recomendamos para ajudá-lo a escolher as melhores cores para o seu projeto.

2. Considere a escala

Ao colocar diferentes tecidos juntos, considere a escala das estampas. Assim como com as cores que você escolhe, é importante ter alguma variação nos tamanhos de impressão.

Incorporar uma variedade de escalas de impressão em suas colchas pode ajudar a criar equilíbrio e contraste. Se você escolher estampas do mesmo tamanho, a colcha será ocupada e opressora. Incorporar estampas menores e sólidos à mistura dará aos seus olhos um lugar para descansar.

3. Adicione elementos sólidos na mistura

Incorporar elementos sólidos na mistura pode adicionar contraste e quebrar padrões ocupados para torná-los mais agradáveis ​​aos olhos. Você pode adicionar blocos sólidos ao seu projeto ou incorporar sólidos usando-os como bordas ou faixas de caixilhos.

Ter uma mistura bem equilibrada de estampas e sólidos pode realmente unir seus tecidos muito bem.

4. Brinque com diferentes texturas

A textura pode adicionar interesse à sua colcha, mas também pode adicionar contraste. Se você quiser usar uma cor para um projeto, escolher diferentes texturas pode ajudar a evitar que sua colcha pareça plana. As sombras criadas por texturas em relevo irão naturalmente adicionar tons mais escuros de cor ao seu tecido.

Ao trabalhar com tecidos texturizados, é importante não exagerar. Encontre um bom equilíbrio entre textura, tecidos estampados e sólidos para garantir que sua colcha não fique muito ocupada.

5. Adicionar mais contraste

Mesmo ao misturar diferentes tons, estampas e texturas, sua colcha ainda pode acabar parecendo plana. A melhor maneira de resolver esse problema é usar um contraste mais marcante.

Continuando com o exemplo de cor azul anterior, se você tirar os blocos azul marinho da mistura, seus tecidos de colcha não ficarão bem juntos. Por quê? Porque todos esses são tons de azul claro.

Como você pode saber se tem contraste suficiente? Tire uma foto dos tecidos que chamam sua atenção. Transforme a foto em preto e branco para ter uma ideia melhor do contraste entre as cores.

Se todos os tecidos tiverem o mesmo contraste, a colcha acabará parecendo indefinida.

6. Experimente um kit

Se você estiver lutando para encontrar tecidos que combinem ou se tiver pouco tempo, considere experimentar um kit ou uma coleção de tecidos pré-cortados.

Se você é um iniciante, os kits são um caminho prático a seguir. Aprender o básico de quilting e trabalhar em seus primeiros projetos é opressor o suficiente do jeito que está. Ter que escolher tecidos diferentes pode tornar o projeto ainda mais assustador.

Os kits incorporam todos os elementos sobre os quais acabamos de falar. Basta escolher um kit com as cores e estampas que você gosta. Você perde o elemento de personalização, mas é um bom lugar para começar se estiver se sentindo sobrecarregado.

Se você decidir comprar um kit ou formar uma coleção pré-cortada, estude os tecidos. Preste atenção nos tons, estampas, escala e outros detalhes. Esses kits podem ajudá-lo a aprender quais elementos funcionam bem juntos, e isso tornará mais fácil criar suas próprias paletas no futuro.

Escolher tecidos de colcha não precisa ser estressante ou frustrante. Lembre-se dessas dicas ao planejar seu próximo projeto.

Confira mais conteúdos em nosso site. Aproveite e compartilhe em suas redes sociais. Alguma sugestão no que podemos melhorar? Deixe nos comentários.

Por que seu e-commerce deve ter também uma loja física?

Mesmo com o crescimento das vendas pela internet, a loja física continua sendo a preferência entre os consumidores. Nela, é possível ver os produtos, tocá-los, conhecê-los de perto, experimentá-los, dentre outras coisas.

Entretanto, a tendência é que cada vez mais pessoas comprem pela internet, principalmente as gerações que já nasceram conectadas. Com isso, surge a dúvida da necessidade de continuar investindo em um estabelecimento físico.

Só que outra tendência também está surgindo, conhecida como Guide Shops, ou seja, que não exige que o empreendedor ou o consumidor escolha entre uma modalidade ou outra.

Em outras palavras, o ideal é disponibilizar para os consumidores as duas opções de compras, considerando as vantagens dos dois modelos.

Comprar pela internet tem a ver com conforto e economia, mas também está relacionado à espera. Por outro lado, mesmo pagando um pouco mais, na loja física, o consumidor não precisa esperar a entrega e pode testar os produtos.

Portanto, se você já tem uma loja online, está na hora de pensar na possibilidade de ter um ponto de venda físico. Neste artigo, vamos mostrar as vantagens dele e dar dicas de como montá-lo. Confira o texto!

Cropped image of woman inputting card information and key on phone or laptop while shopping online.

A união entre o físico e o online

Em 2017, uma famosa loja virtual inaugurou uma unidade de loja física em São Paulo, depois de anos vendendo apenas pela internet. Isso chamou a atenção de muitas pessoas, assim como outras marcas que fizeram a mesma coisa.

Trata-se de uma estratégia conhecida como Guide Shop, e que vem se popularizando no mundo todo. São comércios físicos totalmente integrados às versões online, onde o cliente experimenta o produto físico e faz compras pela internet.

Além disso, um cliente pode comprar conexões hidráulicas na internet e retirá-las na loja física. Apesar de a tendência de lojas físicas criarem plataformas de venda na web ser cada vez maior, o inverso também está ganhando força.

Ou seja, quem já tem um e-commerce pode investir na criação de um ponto de venda físico, e assim oferecer mais uma opção de compra. Para você entender um pouco mais sobre essa ideia, vamos nos aprofundar um pouco mais no conceito de Guide Shops.

Trata-se de um espaço único que o cliente pode usar como loja conceito, visto que nela existe a oportunidade de tocar e experimentar os itens antes de comprá-los.

Diante desse contexto, fica mais fácil entender qual é a tendência desse modelo de negócio. Trata-se de um ponto de venda que coloca o consumidor frente a frente com as mercadorias que ele vê na internet.

Se você tem uma plataforma e-commerce de EPI (equipamento de proteção individual), que vende luvas de segurança, por exemplo, pode montar uma loja física para seus clientes retirarem o produto, comprarem ou apenas visualizarem.

Agora que você já sabe um pouco sobre essa tendência, no próximo tópico, vamos mostrar as vantagens de uma loja física para os negócios online. Acompanhe a leitura com a gente.

Vantagens da loja física para o e-commerce

Integrar a loja física com a plataforma e-commerce é uma forma de atingir um público maior, e melhorar a comunicação com vários perfis de consumidores.

A loja virtual atua como porta de entrada para receber os clientes, que ao terem esse primeiro contato com uma marca que ainda não conhecem, podem se dirigir para o ponto físico e assim finalizarem a compra.

Ademais, um ponto de venda físico chama a atenção de muitas pessoas e estimula as compras por impulso, por isso, costuma ter um ticket médio superior ao que vemos nas lojas online.

Portanto, seja na hora de comprar piso vinílico em promoção ou qualquer outro produto, tanto a loja física quanto a online trazem muitas vantagens.

É por isso que, ao unir os dois modelos, fica mais fácil captar e nutrir leads. Por exemplo, o e-commerce pode ser usado para atrair e converter, ao passo que a loja física ajuda a aumentar o faturamento.

E não é apenas para os negócios e empreendedores que essa união é vantajosa. Existem muitos benefícios para os clientes também, por exemplo, poderem comprar pela internet e retirar na loja, sem precisar pagar frete.

Isso acaba por diminuir o tempo de espera entre a compra e o recebimento. Ademais, consumidores mais indecisos podem ver as opções na internet e comprá-las em uma loja física.

Trata-se de uma experiência positiva, que agrega muito à jornada de compra e traz mais valor para a marca no mercado em que atua.

Mas não é apenas a comodidade na hora das compras que aliar o e-commerce a uma loja física vale a pena. Essa estratégia também oferece uma forma mais completa de se comunicar com o público.

Trata-se do Omnichannel, uma prática que busca não diferenciar as lojas físicas das plataformas e-commerce, e que tem seu foco totalmente voltado para a experiência do consumidor.

Independentemente de qual canal uma pessoa utilize para comprar o que precisa, como produtos de limpeza atacado, essa prática ajuda a se comunicar até mesmo com os clientes mais exigentes ou inseguros.

Essa integração também é uma forma de obter informações mais precisa sobre o público-alvo, entendendo melhor algumas características dele, como:

  • Comportamento;
  • Hábitos de compra;
  • Conteúdos de interesse;
  • Mudanças de perfis.

Agora que você já sabe quais são as vantagens de unir o e-commerce a uma loja física, no próximo tópico, trazemos algumas dicas importantes para montar um ponto de venda. Vamos lá!

Dicas para criar uma loja física

Hoje em dia, os consumidores podem comprar chapa de alumínio, tanto na internet quanto nas lojas físicas. Por isso, se você já tem um e-commerce e está convencido a abrir um ponto físico, em vista de suas vantagens, algumas dicas são:

Usar um sistema ERP

Usar um sistema ERP é o modo mais fácil de implantar a loja física e continuar administrando bem a loja online.

ERP é uma sigla para Enterprise Resource Planning, que em português significa Planejamento dos Recursos da Empresa, sendo um software que integra todos os dados da loja, bem como seus processos, de modo centralizado em um sistema.

Portanto, ao vender camisa polo uniforme, por exemplo, em qualquer uma das lojas, o software atualiza os dados de venda automaticamente, inclusive aqueles relacionados ao estoque de mercadorias.

Atentar-se aos clientes cross-channel

O consumidor moderno é multicanal, isso quer dizer que ele pode usar todos os canais disponíveis, até mesmo e-mail e redes sociais, para comprar, esclarecer dúvidas e se comunicar com as marcas de modo geral.

Em vista da importância desses clientes, é imprescindível oferecer um serviço completo, que ele possa usar como preferir.

Ademais, é indispensável contar com um site responsivo, seja para vender ração para gado ou roupas de bebê. Isso porque o uso de dispositivos móveis para as compras é cada vez mais frequente.

Por meio de um site responsivo, seus clientes podem ter acesso às páginas, tanto pelo celular quanto por outros aparelhos, como tablets e computadores.

Vincular lojas online e offline

A vinculação entre lojas online e offline deve ser feita sempre que possível, aliás, de maneira ininterrupta. Por exemplo, permita que o consumidor retire na loja física tudo o que compraram pela internet.

Mantenha sempre os mesmos preços e promoções, tanto em um ponto quanto em outro, salvo quando isso servir como estratégia para aumentar as visitas da loja online ou a circulação de pessoas na loja física.

Uma fábrica de arruelas pode fazer uso de outra integração interessante, permitindo que seus clientes troquem na loja física os produtos que compraram pela internet. Por fim, use embalagens de produtos vendidos na loja virtual para promover o novo ponto de venda.

Alinhar para a comunicação entre o virtual e o físico

Por fim, alinhe a comunicação entre o virtual e o físico, para que os clientes sintam que estão comprando com a mesma empresa, independentemente do canal que utilizem.

Isso quer dizer adotar a mesma linguagem, mesmo material de campanha, mesmas promoções, mesmo layout e assim por diante.

Lembre-se que a contradição na comunicação entre esses dois pontos pode colocar em risco a credibilidade da sua marca no mercado em que atua.

Conclusão

A internet facilita a vida das pessoas na hora de comprar, mas, mesmo assim, muitos consumidores ainda gostam de frequentar os pontos de venda.

É ali que eles podem ver o produto de perto e decidir se é o que esperavam, portanto, por mais que o e-commerce esteja crescendo, você não deve descartar uma loja física de seu planejamento. E neste artigo, você aprendeu como criar uma loja física de sucesso.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Entenda a importância da identidade visual para sua empresa

A identidade visual se trata de um conjunto de elementos gráficos que tem como intuito estabelecer a comunicação entre a marca e o público. É por meio dela que as empresas comunicam seus valores, ideais, propósitos e missão.

Para se formar, a identidade visual depende da união de vários elementos, como nome, slogan, cores, embalagem, tipografia, entre outros que ajudam a divulgar um negócio.

Inclusive, se pensarmos um pouco nas pessoas, vamos notar que todos os seres humanos possuem um conjunto de características, que faz com que sejam lembrados e reconhecidos.

Então, definir uma identidade é importante para as pessoas, mas também para as organizações, visto que seria difícil reconhecê-las se não fosse por isso.

Isso é tão necessário que deveria ser tratado como prioridade, pois é com base na identidade visual do negócio que todas as outras estratégias de marketing são elaboradas.

A partir disso é que começamos todo o processo de atração e conversão de clientes. Mas se a identidade não for bem elaborada, o negócio não será reconhecido.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o seu conceito, importância para as empresas e por que devemos contar com um profissional especializado para esse trabalho.

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O que é identidade visual?

Identidade visual nada mais é do que a união de vários elementos gráficos e visuais, que criam uma imagem para uma marca, transparecendo seus valores e o modo como a sociedade enxerga a organização.

Para entender melhor essa definição, pense um pouco sobre você mesmo, incluindo suas características físicas e intelectuais. Sempre existe alguma coisa que se destaca e que chama mais a atenção das pessoas.

Essas e aquelas com menos destaque formam a pessoa que você é, assim como uma cor, uma letra e um slogan diferem as empresas terceirizadas de limpeza e conservação umas das outras.

Só que é necessário buscar componentes que façam com que a companhia seja reconhecida positivamente, para que assim ela possa ter sucesso em seu mercado de atuação.

Em outras palavras, estamos falando de maneiras de destacar as melhores qualidades de um negócio, fazendo com que seja único e interessante para o público.

É por isso que a identidade visual de uma marca é composta por vários elementos, além do cartão de visita. Sendo assim, é possível criar a identidade de uma organização, para que ela seja exposta dessa maneira.

E quanto mais detalhada e compreensível for essa identidade, mais espaço ela vai conquistar no mercado e entre os consumidores.

Para se ter uma ideia de seu conceito, algumas marcas trabalham tão bem sua identidade, que são rapidamente reconhecidas pelo público apenas por suas cores. E quanto aos elementos que a compõem, temos:

  • Cartões de visita;
  • Materiais impressos;
  • Embalagens;
  • Redes Sociais;
  • Sites.

No que diz respeito à identidade em si, alguns dos elementos são paleta de cores, tipografia, logomarca, imagens para publicação, dentre outros.

Agora que você já sabe o que é identidade visual, no próximo tópico, vamos explicar a importância dela para uma empresa de isolamento acústico e muitas outras. Acompanhe a leitura!

Importância da identidade visual para as marcas

Criar uma identidade visual eficaz é importante para criar uma marca forte e uma empresa de sucesso. Quando ela é consistente, a companhia é reconhecida imediatamente entre as pessoas, independentemente de sua idade.

É uma forma de transmitir uma mensagem clara sobre o negócio, como acontece com as grandes marcas que conhecemos, nos mais variados setores. Investir na identidade visual também é uma forma de aumentar as vendas e a participação de um negócio no mercado.

E mesmo que a sua organização não esteja entre as grandes empresas, vai usufruir de diversos benefícios. Por exemplo, um fabricante de bolsas personalizadas para brindes terá sua própria personalidade e transmitirá sua mensagem para todos.

Ademais, todos os seus materiais de marketing serão mais coerentes e consistentes, principalmente no que diz respeito ao design. É uma forma de diferenciar os negócios da concorrência e fazer com que assumam uma posição mais assertiva no mercado.

O público vai memorizar melhor a marca, por isso, a companhia será reconhecida por ele, também no que diz respeito às soluções oferecidas. Por fim, uma boa identidade visual ajuda a criar lealdade e a ganhar a confiança do cliente, algo muito importante.

Sabendo qual é a importância da identidade visual para uma organização, também precisamos entender como ela se diferencia de outros conceitos. Veja mais sobre isso no próximo tópico.

Você sabe a diferença entre identidade visual, marca e branding?

Importante ressaltar que uma empresa de motoboy, assim como qualquer outra, precisa desenvolver esses três conceitos, entretanto, marca, branding e identidade visual costumam confundir quem não entende muito bem o assunto.

Mesmo estando dentro de um mesmo espectro, os significados mudam, por isso precisamos diferenciar uns dos outros.

Quando falamos em marca, nos referimos ao logotipo da empresa. Inclusive, podemos aplicar o seu conceito como companhia em si. Entretanto, quando o assunto é design, ela se refere exclusivamente ao logo.

Então, o logo é uma representação visual do que se trata o negócio e de que forma ele vai se posicionar no mercado. Por outro lado, o branding define toda a estratégia de gestão, que está além do logo ou da identidade visual.

Ele envolve o desenvolvimento da estratégia, criação de conceitos e planejamento do que diz respeito, por exemplo, a quem é a empresa de automação residencial.

Também se relaciona ao modo como a corporação se posiciona, como deseja se comunicar com os clientes e a maneira como vê o mundo. Pensando por esse lado, vemos o quanto seu conceito se assemelha com o de branding, mas ele vai muito além dos componentes gráficos.

Se o branding não for bem definido, fica difícil criar uma identidade, visto que ele dita a essência da marca em relação aos seus conteúdos visuais.

Deste modo, trabalhar esses três conceitos em conjunto facilita na hora de definir um mercado de atuação e, consequentemente, conquistar consumidores fiéis. Mas todo esse trabalho precisa da ação de um bom profissional, e vamos explicar por que no próximo tópico. 

A importância de um profissional qualificado

Mesmo que o empreendedor conheça bem a sua empresa de calibração de valvulas de segurança, ele precisa contar com o trabalho de um bom profissional para criar sua identidade visual.

Vamos imaginar que um pequeno negócio passou por um problema com um cliente, isso causou uma impressão ruim e difícil de reverter, também pelo fato de possuir muitos concorrentes.

Então, desse modo, se ele tiver uma boa identidade visual, vai ficar mais fácil reverter. Entretanto, muitas empresas de pequeno porte, por conta de custos, tentam criar sua própria identidade visual.

Os resultados são materiais que não condizem com sua realidade, sendo assim, não ajudam a alcançar os objetivos esperados.

Dentre os principais erros está o uso equivocado das cores, elementos em geral e tipografia. Além disso, a falta de conhecimento em design ajuda a comprometer a identidade visual do negócio.

Por outro lado, se as empresas de limpeza e conservação contratarem bons profissionais para desenvolver sua identidade, vão contar com toda a experiência deles para se promoverem melhor no mercado.

Inclusive, se você fizer uma rápida pesquisa na internet sobre como criar sua identidade visual, vai encontrar vários materiais a respeito, mas, por mais detalhados que sejam, fica difícil alcançar a excelência de um trabalho profissional.

As pessoas especializadas no assunto conseguem construir um design apropriado, que transmite o sentimento e a mensagem que sua empresa realmente quer.

Esses profissionais sabem usar a paleta de cores, com foco no segmento da sua organização. Além disso, conhecem bem os efeitos das várias opções de tipografia e qual delas atende às características de seu público-alvo.

Lembre-se de que contar com esse profissional não representa um gasto para as empresas de gases industriais. Pelo contrário, elas enxergam esse trabalho como um investimento que vai consolidá-las em seu mercado de atuação.

Conclusão

Se você quer que o seu negócio tenha uma marca forte no mercado, precisa desenvolver uma boa identidade visual. Independentemente de qual seja o seu segmento ou qual é o mercado de atuação em que está inserido, precisa se posicionar bem e vencer a concorrência.

O público precisa conhecer a sua companhia para optar por ela em detrimento de outra, mas se sua identidade não transmite confiança, credibilidade e profissionalismo, fica difícil conseguir a atenção dos consumidores.

Neste artigo, você entendeu um pouco mais sobre o conceito de identidade visual e sua importância. E agora já sabe que contar com um bom profissional para desenvolvê-la é o melhor caminho para o sucesso.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como construir um bom planejamento de marketing?

Uma das grandes estratégias para aumentar o número de clientes, fixar a marca no mercado digital e, realmente, alcançar os objetivos como empresa é o planejamento de marketing

Essa proposta de desenvolvimento é um documento que serve como um guia para direcionar o marketing, com os objetivos, estratégias e informações importantes para traçar um caminho para os resultados que a firma deseja alcançar a curto, médio e longo prazo.

Por que fazer um plano de marketing?

Pois bem, existem variados motivos para a criação de um plano de marketing, sempre visando o crescimento da marca, bem como a retenção de novos clientes. Para facilitar ainda mais esse entendimento, listamos algumas das principais razões:

  • Criar propósito na realização das ações;
  • Ganhar consciência para expansão no mercado inserido;
  • Focar nos objetivos desejados e nas formas de conseguir;
  • Embasar as tomadas de decisões no negócio;
  • Otimizar o investimento em marketing;
  • Melhorar a comunicação interna.

Ou seja, por ser um planejamento, a empresa terá um documento próprio, com detalhes de cada ato a ser feito, para que possa crescer e ganhar destaque. 

Dessa forma, haverá uma valorização do tempo e eficiência, pois o tempo de trabalho gasto será efetivo e a perda desse com ações sem propósito não ocorrerá mais, uma vez que o trabalho será focado em estratégias que serão efetivas para o público-alvo e para a firma em geral. 

Além disso, a quantidade de investimentos inserida será específica, então não haverá desperdícios com ações fora do objetivo, e o retorno será maximizado. 

Com o planejamento, todos os funcionários da empresa terão conhecimento de suas ações e do impacto delas no desenvolvimento empresarial, portanto a motivação aumenta e é criado um maior relacionamento entre os componentes. 

Por exemplo, se esse planejamento for criado em uma fabrica de etiquetas adesivas, cada pessoa na equipe saberá sua responsabilidade na produção e como sua função afetará o produto final, gerando empolgação com as conquistas da fábrica como um todo. 

Outra razão para ter o plano é que o conteúdo será mais assertivo, já que todas as informações de conquista estão mapeadas.

Como construir um planejamento de marketing?

Agora que já ficou claro quais são as razões para contar com um planejamento completo e eficiente, chegou o momento de saber como realizar essa ação. Pois bem, entre os principais passos a serem seguidos estão:

  1. Diagnóstico da empresa;
  2. Análise do negócio;
  3. Análise da concorrência;
  4. Definição do público-alvo e personas;
  5. Definição de posicionamentos;
  6. Definição de objetivos;
  7. Definição de KPIs;
  8. Definição de estratégias de marketing;
  9. Orçamento;
  10.  Elaboração de cronograma;
  11.  Elaboração do plano.

1 – Diagnóstico da empresa

É necessário iniciar o processo analisando a própria empresa internamente, com informações detalhadas sobre o estado atual dela e de sua capacidade. 

A análise deve conter os pontos fortes da firma, assim como os fracos para melhorá-los e aumentar o alcance e qualidade. Além disso, é válida a análise dos pontos fortes e fracos em relação ao mercado inserido também. 

Dessa forma, é possível uma compreensão do orçamento e uma melhor forma de preparar seu planejamento, de acordo com as possibilidades existentes para alcançar os objetivos.

2 – Análise do negócio

Para essa parte do planejamento, é necessário observar o ambiente em que a empresa está inserida e fatores que poderão afetar o funcionamento do plano. 

Devem ser identificadas as mudanças que poderão ocorrer na região, no país e até no mundo relacionado ao seu ambiente de negócios. Além disso, mudanças mais focadas no seu mercado também deverão ser analisadas. 

Por exemplo, uma agência de eventos SP deve analisar os fatores como meses que são relacionados a eventos específicos (mês das noivas), localidades em que há maior fluxo de interessados, quando outras agências realizaram seus eventos para não haver concorrência no mesmo dia, assim como o estado do mercado financeiro. 

Seria válido incluir um plano de ações específicas para cada situação, como o que fazer em determinadas situações pessimistas, como um plano de fuga. 

3 – Análise da concorrência

É válido analisar a influência da concorrência no mercado, identificar acertos de outras empresas para incluir ao seu plano de metas. 

Além disso, ao analisar as ações dos adversários, é possível antecipar seus movimentos e permitir um preparo para o que está por vir na disputa do mercado. 

4 – Definição do público-alvo e personas

Essa parte está voltada para as pessoas que você irá direcionar o seu conteúdo, ou seja, seu público-alvo. Para isso, é preciso que você divida o mercado em geral e identifique que tipo de público você deseja que consuma o seu produto. 

Por exemplo, uma administradora predial deve entender que o seu alvo são moradores de edifícios e, com isso, voltar seu planejamento de marketing para as pessoas que se encaixam nessa divisão. 

Após isso, é vital a criação de uma persona, que é a descrição do que seria um cliente ideal, com características de consumidor com valores, expectativas e desejos. 

Com isso, crie um caminho que esse consumidor seguiria, para poder traçar planos que não prejudiquem o consumo dele, como uma antecipação. 

5 – Definição de posicionamentos

Nessa etapa, deve-se pensar em como se deseja que a empresa seja vista pelos consumidores. Como dito antes, é necessário identificar o posicionamento da concorrência para que sua empresa possa ganhar destaque e ser única neste ponto. 

Os fatores a serem analisados devem ser o quanto será cobrado, como será o produto em si, os valores da marca em geral e até os significados que se deseja atribuir a si. Dessa forma, é possível definir como esse posicionamento será passado para os consumidores. 

6 – Definição de objetivos

Para que os objetivos sejam claros e bem definidos, é indicado que eles sejam específicos, possíveis de atingir, realistas, calculáveis e que tenham prazo definido. Dessa forma, eles serão claros para todos os atuantes. 

7 – Definição de KPIs

Os KPIs são indicadores de sucesso, ou seja, uma maneira de analisar se o seu plano de metas está em progresso ou apenas seguindo sem rumo, pois estão diretamente ligados aos seus objetivos. 

Para que eles tenham função, deve haver uma rotina de revisão e análise para identificar o andamento do planejamento. Além disso, é possível identificar os pontos parados e sem rumo para direcioná-los para um caminho mais focado. 

8 – Definição de estratégias de marketing

Agora, deve-se definir que tática de marketing será usada para favorecer a sua empresa a chegar mais próximo do que foi traçado no plano de metas. 

Essa parte deve ser feita bem detalhadamente, com o preço que será cobrado, o que será ofertado, onde será ofertado e como. 

9 – Orçamento

Nessa parte deverá ser analisado quais equipamentos, instrumentos, funcionários, campanhas, serviços e despesas gerais serão utilizados durante o processo e quanto será gasto com essas utilidades. 

Se sua empresa for no ABC, por exemplo, é de extrema importância levar em conta a contabilidade no ABC nesta parte, com cálculos financeiros e até considerar contatá-los para auxílio. 

10 – Elaboração de cronograma

Com a base do plano já definida, é necessário colocá-la em prática. Ou seja, montar de fato um cronograma e separar o que cada equipe será responsável e realizará. 

11 – Elaboração do plano

Por fim, é só criar o documento que será o guia de marketing da empresa. 

Confira algumas dicas para ajudar no processo

Para melhor desenvolver o seu planejamento, é indicado o marketing de atração (Inbound). Ele é voltado para a atração de novos clientes e em estreitar a relação com talvez compradores, para que seja possível torná-los consumidores. 

Outro tipo de marketing indicado é o que ativamente segue atrás de outros consumidores. Geralmente ele fica relacionado ao pagamento de publicidade, como compra de anúncios e propagandas. 

Além de estratégias de marketing, é indicado revisar constantemente as bases do plano, para que o objetivo não se perca pelo caminho e haja sempre uma adaptação ao que está de acordo e ao que não funciona. 

Por exemplo, num planejamento para um serviço de instalação elétrica, que possui publicidade em sites para público adulto, porém que foi ganhando público adolescente, deve-se considerar mudar o site para um voltado para novas moradias, já que o antigo público foi abandonando a plataforma.

Outro fator necessário é ter estratégias para manter o seu público já consumidor. Por exemplo, sempre valorizar a opinião deles e dar apoio para que eles não sejam atraídos por marcas concorrentes e abandonem a empresa. 

Como, para uma empresa de portaria, é vital que eles permaneçam com os meios já existentes e perguntem a opinião dos consumidores, para que eles continuem satisfeitos com o trabalho. 

Além disso, é necessário a procura por parceiros estratégicos, que tenham conteúdo a somar com o da sua empresa, mas não de forma concorrente. 

Por exemplo, para uma empresa de automação industrial, fazer parceria com empresas de bem-estar não teria ganho de fato, pois os dois assuntos não se relacionam. Com isso, o público-alvo da empresa parceira não terá interesse em consumir o conteúdo da empresa. 

Uma dica essencial é a de, no início do planejamento, deixar as metas menores, mas necessárias e alcançáveis. Porque se, no começo, forem selecionadas metas grandes e inatingíveis, a empresa terá uma sensação de que o plano não funciona e de que ele não será efetivo.

Por fim, uma dica que para acrescentar seria o contato com uma empresas de saúde ocupacional, para que os funcionários que participam do planejamento possam ter um controle da saúde, para que a produtividade não seja afetada. 

Conclusão

Com todas as dicas aqui citadas, com certeza, montar um planejamento de marketing funcional e completo, ficou muito mais fácil. Basta, antes de tudo, fazer uma avaliação do seu negócio, bem como quais são os seus princípios.

Confira mais conteúdos em nosso site. Aproveite e compartilhe em suas redes sociais. Alguma sugestão no que podemos melhorar? Deixe nos comentários.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Site responsivo e site mobile: você sabe a diferença entre os dois?

Para que o seu negócio se expanda e tenha o potencial de atingir cada vez mais clientes com os seus produtos e serviços, é necessário decidir entre a estrutura do site responsivo e site mobile. Mas você sabe a diferença entre os dois?

Então, no texto de hoje, será abordado a diferença entre cada um desses layouts e como identificá-las, além das vantagens que sua empresa terá ao aderir a eles. Porém, antes, é preciso entender mais sobre o crescimento do mercado online.

O e-commerce tem crescido bastante no decorrer dos últimos anos e parte desse sucesso tremendo é a chegada da internet e avanço tecnológico, facilitando muito a vida das empresas que já estavam consolidadas no mercado, e atraindo novos empreendedores.

Desde micro empresas que oferecem soluções em internet até mesmo vendedoras de produtos cosméticos, todos começaram a ter mais espaço dentro do meio digital e a tendência é apenas crescer cada vez mais.

Com isso, algumas peculiaridades são criadas. A primeira é que o mercado fica bem mais movimentado e as marcas começam a se preocupar com produtos que as grandes empresas antes não exploravam muito, que são os produtos de nicho.

A segunda é um mercado ainda mais competitivo. Com tanta gente nova dentro dele, agora é necessário mais qualidade no desenvolvimento do que é ofertado e, todos os que são medianos ou ruins deixam de se destacar e, somente o excelente e inovador ganha espaço.

Desde empresas de automação industrial até mesmo novas marcas que trabalham com jogos de tabuleiros precisam de um site que ajude a divulgar o seu trabalho e sirva como um meio profissional de localização e contato para as marcas.

E, durante o desenvolvimento deste domínio, surgirão algumas perguntas sobre, por exemplo, qual o layout que será adotado para o seu site: o layout mobile ou o layout responsivo. E nesse momento, muitos travam por não saberem exatamente qual a diferença.

Portanto, confira no tópico a seguir qual a diferença entre ambos os layouts e o porquê você deve escolher um na hora de desenvolver o seu site, mesmo que o seu ramo de trabalho seja sobre acessórios pet atacado.

Veja também – Chatbots: como utilizá-los para automatizar as tarefas de sua empresa

Layout Mobile X Layout Responsivo

O layout nada mais é do que a estrutura que o seu site adotará e como ele funcionará em todas as telas nas quais for acessado, incluindo desde um desktop em sua casa até mesmo tablets e aparelhos celulares em um metrô em movimento.

Com o avanço tecnológico, os aparelhos e dispositivos móveis ficaram cada vez mais em evidência e, ao acessar um site, antigamente, não existia suporte e muitos acabavam sendo prejudicados e não conseguindo consumir o conteúdo que queriam.

Como isso é passado e, nos dias de hoje, a realidade é outra, as empresas se preocupam com o layout que terá o seu site, desde o momento de criação dele, facilitando para que as pessoas continuem podendo comprar piso laminado lá dentro, por exemplo.

Como diferenças entre ambos os layouts, é possível destacar:

  • Aparência nos dispositivos;
  • Interação do usuários;
  • Necessidade de domínio;
  • Valores de investimento.

Sendo assim, vamos entender um pouco mais a fundo como esses elementos funcionam na prática e o porquê de serem tão diferentes.

O site responsivo é aquele que será adaptado para o usuário dependendo do tamanho da tela que ele estiver utilizando. Em outras palavras, o site se adequará à tela do dispositivo e oferecerá a mesma experiência independentemente de onde estiver sendo utilizado.

São realizadas modificações nos códigos e programação do site para que ele possa oferecer a mesma sensação do PC na tela do seu celular, desde um site sobre serviços de contabilidade até mesmo livrarias online.

Já o site mobile tem como objetivo criar uma experiência única para o usuário quando ele o  acessar de forma remota, criando uma experiência única para a pessoa que navegar pelo site dessa forma.

Ou seja, ele não se adapta igual o responsivo, e sim, é construído inteiramente voltado para as pessoas que o acessam através de outros dispositivos que não sejam computadores de mesa ou notebooks.

Normalmente, possui interações diferentes para facilitar a utilização em telas menores, bem como possui URL própria para expor suas informações, fazendo com que seja bem mais caro de ser produzido, embora compense bastante.

Deste modo, sua empresa de serviços de contabilidade, por exemplo, pode, então, decidir qual utilizar, dependendo da estratégia que for aplicada. 

Seguindo essa linha de raciocínio, é possível pensar nas vantagens e diferenças que tais escolhas podem trazer e que, de uma forma ou de outra, acabam impactando o seu negócio como um todo e é sobre isso que iremos abordar no próximo tópico.

Quais as vantagens de cada layout?

Assim como qualquer decisão empresarial, toda estratégia ou planejamento realizado tem como objetivo otimizar, economizar, divulgar ou expandir o negócio de alguma maneira e, com o layout do site não seria diferente.

Embora as prioridades de uma fábrica de produtos de limpeza sejam diferentes de uma empresa que busca inovar com suas soluções de logística, o objetivo ainda sim permanece o mesmo: trazer ao usuário uma experiência agradável ao utilizar o seu site.

Sendo assim, vamos conferir primeiramente as vantagens de um design mais responsivo e, logo em seguida, o design mobile. Sem mais delongas, vamos a eles:

01 – Site responsivo

O principal atrativo de um site responsivo é o valor de investimento que é bem menor comparado ao mobile, principalmente por serem apenas algumas mudanças no código do site, o que o torna mais rápido de ser implementado também.

Ou seja, se você acabou de abrir a sua empresa que é uma administradora predial, por exemplo, será muito mais fácil de criar e estruturar o seu site, afinal o investimento pode ser realizado em outros setores no momento e o tempo para que ele fique pronto é menor.

Não apenas isso, mas eles são melhor ranqueados frente aos mecanismos de pesquisas e algoritmos do Google, facilitando na hora de trazer ao usuário o seu site quando ele procurar por algo que você venda, e para pessoas que não conhecem o seu trabalho.

Ele também é bem mais fácil de ser planejado e gerenciado, dependendo de menos investimento de tempo, energia e dinheiro para o manter ativo e funcionando, entregando exatamente o que o cliente precisa na hora que precisa.

Ideal para negócios que querem uma maior facilidade na hora de gerenciar o seu site e/ou não querem ou não podem investir tanto dinheiro no momento.

02 – Site mobile

Já o site mobile tem como principal objetivo oferecer uma experiência única ao usuário e facilitar para que ele acesse informações essenciais do site e, até mesmo, utilizar de plugins e opções únicas para os seus usuários.

Normalmente a forma como o site se apresenta é diferente e mostra as opções em caixas e textos maiores, além de carregar mais rápido e ter uma navegação mais fluida, principalmente pela quantidade de informações acumulada ser menor do que o responsivo.

Porém, ele necessita de um domínio próprio e demora um pouco mais para ser desenvolvido, além de ser mais difícil de ser gerenciado, embora, mostre ao usuário que a empresa se importa com a forma que ele os encontra e com a sua experiência no site.

Enquanto o site responsivo muitas vezes precisa de um Zoom e o usuário precisar a todo momento ficar mexendo na tela para que tudo funcione melhor, o mobile já facilita essas informações e oferece ao cliente apenas o essencial.

Em contrapartida, é mais caro e precisa de mais planejamento, podendo não ser recomendado para empresas que não tem um setor dedicado a isso ou que não possuem tanto capital para investir no momento.

Independentemente de qual decisão optará, para que seu site seja ranqueado no Google e não corra o risco de sofrer alguma penalização, ele tem de apresentar um desses dois layouts. 

Considerações finais

Hoje, entendemos melhor o que é um site responsivo e um site mobile, como eles impactam o dia a dia das empresas, como eles surgiram com a chegada do e-commerce, além das suas vantagens e peculiaridades.

O importante é analisar a situação atual da sua empresa e se adequar ao que melhor atende às suas necessidades e suas prioridades. De nada adianta investir em um site mobile se não conseguir mantê-lo, por exemplo.

Nada impede também de, futuramente, você mudar o seu site ou criar um exclusivo para a pessoa que utiliza os dispositivos móveis. Tudo dependerá da estratégia que será utilizada e como você se adapta a cada mudança que possa vir a ocorrer em seu negócio.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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