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Vale a pena construir marketplace próprio?

Embora não seja algo tão falado nos dias de hoje, muitas pessoas têm vontade de construir um marketplace próprio e entrar nesse mercado de trabalho, que é responsável por cerca de 35% das vendas de comércio eletrônico no Brasil.

Mas será que essa é uma boa ideia? Será que vale a pena? Pensando nessas questões, o texto de hoje abordará o que é um marketplace, quais as dificuldades que você pode encontrar ao tentar construir um e, caso insista, algumas orientações valiosas para te guiar.

É verdade que ao longo dos anos, o crescimento dos marketplaces, embora não tenha sido avassalador, trouxe muitas pessoas ao ramo de compras e vendas, além de facilitar muito o consumo de diversos produtos na internet a fora dela.

Sempre existirá uma pessoa interessada em algum produto, desde uma furadeira magnética usada, até mesmo, vasos e cerâmicas mais artesanais. O público sempre existe, bastando saber onde encontrar e como atrair.

Com a popularização da internet e com cada vez mais pessoas podendo navegar por sites e, consequentemente, pelos marketplaces, o consumo através do e-commerce aumentou muito e, hoje em dia, muitas pessoas preferem comprar e vender pela internet.

Com um mercado digital tão dinâmico, competitivo e movimentado, tudo faz crer que o futuro do marketing digital e do e-commerce em geral são os marketplaces. Mas até que ponto isso é real?

Para saber sobre se ainda vale a pena investir em um marketplace para vender os mais diversos produtos, como camisetas bordadas e mouses, por exemplo, confira o tópico a seguir.

Veja também – E-commerce B2B: veja as vantagens e desvantagens desse modelo de negócio

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Será mesmo vantajoso investir em um marketplace?

Certamente é muito chamativa a oportunidade de juntar vendedores e produtos em um único lugar para vendê-los. Afinal, com a evolução e crescimento do comércio digital, é bastante inspirador a ideia de abrir um marketplace próprio.

Porém, tal decisão pode não ser tão assertiva quanto parece visto as inúmeras dificuldades encontradas no processo que podem afastar novos empreendedores e pessoas interessadas, mesmo que tendo um embasamento muito real e forte.

Independentemente se o que será comercializado dentro do marketplace aborda desde recursos tecnológicos até mesmo elementos filtrantes industriais, um dos argumentos mais verdadeiros é a concorrência encontrada.

Quando trazemos essa realidade para o Brasil, apenas três empresas movimentam metade de todas as vendas realizadas no país. Isso já demonstra que um marketplace iniciante terá de concorrer contra muitos outros, desestimulando um bom começo e retorno de investimento.

Alguns elementos podem ser destacados como adversidades e dificuldades que você pode encontrar ao tentar construir o seu próprio marketplace, como:

  • Dificuldade em recomendar produtos;
  • Dificuldade em entregar conteúdo relevante;
  • Baixo retorno das ferramentas de SEO;
  • Integrações de tecnologias incompatíveis.

Pensemos em uma pesquisa rápida no Google sobre máquinas envolvedoras. Dificilmente o seu marketplace será recomendado logo no começo e, mesmo com muito trabalho, dificilmente alguém irá preferir comprar em um novo local do que o já estabelecido.

Outros exemplos podem ser dados mas, acima de qualquer coisa, você deve lembrar que um marketplace é um local onde pessoas vendem e compram produtos de outras empresas ou pessoas que querem comercializar algo.

Portanto, para que seja seguro, tanto para o consumidor quanto para o vendedor, é necessário que ambas as partes se sintam protegidas na venda de tubos de aço, por exemplo, motivo pelo qual, talvez, um marketplace iniciante não consiga se promover.

Mesmo que o dinheiro investido em uma compra seja irrelevante, ainda sim é dinheiro, e ninguém quer perder ou ser prejudicado pela falta de investimento de uma empresa que ainda está engatinhando no ramo.

Outro ponto a ser exemplificado é a constante mudança no mercado e o dinamismo. Um marketplace não começa a funcionar e trazer retorno da noite pro dia, portanto é necessário muita agilidade na tomada de decisões e na resiliência do negócio em si.

Conceitos de marketing digital e tradicional também precisam ser muito bem trabalhados, seja na venda de notebooks, cadeiras ou conexões hidráulicas. Por exemplo, o conhecimento preciso do público-alvo e como gerar interesse.

Nutrir leads, por exemplo, é uma das estratégias que mais funciona no meio digital, mas quando pensamos no marketplace, são muitas pessoas interessadas nos mais diferentes tipos de produtos, sendo muito mais difícil investir nesse ramo de negócio.

E, mesmo com a criação de um conteúdo de qualidade para atrair mais público, ainda assim a concorrência provavelmente já terá trazido algo parecido, fazendo com que o conteúdo seja duplicado, podendo perder o alcance que sua futura empresa precisa.

Qual o diferencial de um marketplace de qualidade?

Claro que é bastante difícil começar a criar o seu próprio marketplace e ser bem sucedido, mas ninguém disse que é impossível. Mesmo o cliente que desejar comprar pallet busca por inovações e lugares que atendam às suas necessidades.

E, muitas das vezes, mesmo as grandes empresas do mercado podem não se encaixar em seus padrões de busca ou hábitos de compra. Sendo assim, a sua empresa deve buscar o diferencial para se destacar frente a esse mercado de trabalho tão competitivo e difícil.

Sem mais delongas, então, vamos a algumas estratégias e práticas que seu marketplace pode apresentar para se destacar:

01 – Foque no atendimento ao cliente

Não importa se o cliente está comprando frascos de plástico ou uma geladeira, qualquer pessoa quer ser bem tratada antes, durante e depois da compra. Em outras palavras, as pessoas gostam de ser bem atendidas.

Portanto, pense na melhor forma de promover uma ótima experiência ao usuário e, caso ele precise entrar em contato com o suporte de sua empresa, procure oferecer às pessoas que saibam lidar com outras e resolver o problema de forma efetiva.

02 – Saiba gerenciar conflitos

Quando se trabalha com marketplace, você está trabalhando com pessoas diferentes com perspectivas diferentes e lados diferentes de um problema. Porém, tem um grande ponto: você precisa de ambos, tanto do cliente quanto do vendedor.

Ter uma equipe que saiba gerenciar conflitos é essencial para um crescimento eficiente no ramo de atuação, afinal, o cliente está alegando ter sido enganado e o vendedor alega ser mentira. Em quem confiar?

Para isso, é necessário a reunião de provas, análise de dados e agilidade em entender o processo e tomar uma atitude rápida. Quanto melhor sua equipe for em resolver esse tipo de problema, melhor serão seus resultados e mais o seu negócio se destacará.

03 – Saiba criar um tráfego exemplar

Para um marketplace fazer sucesso é necessário que muitas pessoas o acessem diariamente e o tráfego de usuários seja o maior possível, afinal, quanto mais pessoas acessam a plataforma, maiores as chances de adquirirem produtos.

Ou seja, quanto mais pessoas acessam o site, maior a taxa de conversão e clientes. E, para aumentar o tráfego, é necessário uma série de estratégias e práticas de marketing, relacionados à geração de conteúdo, publicidade e boa utilização dos canais de comunicação.

Melhorias no ranqueamento da plataforma perante os mecanismos de pesquisa também são importantes, mas sempre é bom lembrar que tais processos são demorados e precisam de tempo para dar o retorno. Portanto, é necessário muito trabalho e paciência.

04 – Ofereça uma boa experiência ao usuário

Por ser um local onde se reúne diversos produtos para serem comercializados, é necessário oferecer uma ótima experiência de usuário e, consequentemente, o investimento na plataforma deve ser bastante alto.

Principalmente quando pensamos que o acesso pode vir além do computador, se estendendo também para diversos dispositivos móveis. Em outras palavras, quanto melhor a plataforma for de se utilizar, mais os usuários navegam por ela.

E, conforme dito em tópicos anteriores, é necessário bastante tráfego para que o marketplace de fato traga o retorno esperado.

Considerações finais

O texto de hoje abordou se ainda vale a pena investir na criação e empreendedorismo do seu próprio marketplace, expondo as dificuldades e desvantagens do negócio, além de orientações para que você se destaque caso deseje investir nesse meio.

Utilize as informações disponibilizadas ao longo do texto para a realidade do seu negócio, procurando investir cada vez mais nos pontos positivos destacados, além de entender as dificuldades apresentadas e procurar métodos inovadores de dar a volta por cima.

Independentemente de sua decisão, segundo especialistas, o marketplace é o futuro e é extremamente normal que muitos busquem investir nessa área. Por isso, aproveite o atual momento e já tente sair na frente de sua concorrência.

Sente-se e analise o que deve ser feito e como fará, buscando sempre o diferencial para atrair mais clientes e se tornar um gigante no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

E-commerce B2B: veja as vantagens e desvantagens desse modelo de negócio

O e-commerce B2B é um canal de vendas online, que fomenta a negociação entre empresas. Trata-se de uma loja virtual em que distribuidoras, indústrias e representações comerciais expõem seus produtos.

A partir disso, elas podem vendê-los para o varejo, 24 horas por dia, nos 7 dias da semana, contando com personalização de tabela de preços, regras de comissionamento e políticas comerciais adequadas.

Inclusive, é importante ressaltar, ainda, que o modelo e-commerce cresceu muito nos últimos anos, principalmente em 2020, sendo que esse crescimento não impactou apenas os negócios B2C.

Para se ter uma ideia, entre 2020 e 2021, as vendas por e-commerce B2B cresceram 75%. E não se trata de um crescimento passageiro, estamos falando de uma modalidade que ganhou força permanente e vai dominar o mercado nos próximos anos.

Atualmente, diversas empresas vêm aderindo esse modelo de vendas, e muitos clientes passaram a preferir as compras pela internet. Mas para utilizá-lo, é importante conhecê-lo, assim, você garante que ele seja bem estruturado e se consolide.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é e-commerce B2B, as diferenças entre ele e o B2C, suas vantagens e desvantagens. Confira!

Confira também – 5 formas de ganhar dinheiro trabalhando com marketing digital

O que é e-commerce B2B?

E-commerce B2B é um comércio online de empresa para empresa, e é justamente isso que o diferencia de tantas outras lojas virtuais destinadas ao comércio para clientes finais, ou seja, o e-commerce B2C.

Em países como os Estados Unidos, vemos muitas lojas virtuais destinadas a outras empresas, e no Brasil, essa modalidade está ganhando um espaço cada vez maior.

Só em 2019, as vendas por meio desse tipo de negócio renderam um lucro estimado em R$ 2,39 trilhões, com um crescimento de 17% em relação a 2018. E segundo um levantamento realizado pela Mckinsey, em 2020, houve um crescimento de 62%.

Esse crescimento engloba empresas como um fabricante de máquina de alinhamento e balanceamento, assim como de qualquer outro ramo, e se deve ao fato de que ele se adéqua a diferentes tamanhos de empresa.

Os negócios B2B são constituídos por organizações que têm como foco a venda para outras empresas. E dentre os modelos de negócio que se encaixam a ele, temos:

  • Atacadistas;
  • Indústrias;
  • Revendedoras;
  • Empresas terceirizadas;
  • Distribuidoras.

Agora, quando falamos sobre e-commerce B2C, estamos falando de empresas que vendem para o consumidor final. Dentre os exemplos mais comuns estão lojas, supermercados, dentre outros.

O foco deles não são outras empresas, mas sim pessoas, e são exatamente esses negócios que compram do B2B. E agora que você já sabe o que é e-commerce B2B, no próximo tópico, vamos falar um pouco sobre as vantagens dele. Continue a leitura!

Vantagens do e-commerce B2B

Assim como qualquer outro modelo de negócio, o e-commerce B2B tem suas vantagens e desvantagens. Neste tópico, vamos mostrar todas as vantagens que uma loja de acessórios pet atacado desse modelo de vendas tem acesso.

Uma delas é a precificação mais alta, algo muito comum entre a maioria das organizações com esse foco, visto que se trata de produtos e serviços de inteligência. Além do que, acaba por impactar um número muito maior de pessoas.

Outra vantagem para essas corporações é que elas possuem um relacionamento de longo prazo com seus clientes. No caso do B2C, o consumidor está constantemente em contato com inúmeros produtos e serviços.

Isso acaba por aumentar as chances de ele variar as marcas com quem pretende comprar. Por outro lado, quando falamos sobre negócios B2B, é imprescindível que as empresas desenvolvam um relacionamento de longo prazo com seus clientes.

Isso é importante porque o processo de compra tem um impacto muito maior, e é exatamente por isso que essas empresas possuem um setor exclusivo para o pós-venda, de modo que auxilie no sucesso do cliente.

Outra vantagem que merece destaque é a escalabilidade e a previsibilidade. Por exemplo, uma empresa que precisa comprar dispenser de ração é menos mutável do que um cliente pessoa física. Portanto, ela tem um comportamento constante.

Esse fator, aliado a um ticket médio maior, resulta em um modelo de negócio mais escalável e previsível. O controle de churn é muito maior, e isso acontece porque as empresas B2B têm mais conhecimento sobre os seus clientes e conhecem o comportamento deles.

Isso também se deve ao fato de as compras serem muito maiores por cliente, o que também acarreta mais estabilidade financeira para a companhia.

Por fim, os negócios B2B têm um retorno sobre os investimentos (ROI), mais alto e mais rápido. Mesmo que a empresa tenha um crescimento mais lento, consegue obter lucro vendendo para um ou poucos clientes.

Isso ocorre por meio dos pedidos que, geralmente, são grandes ou frequentes. Se um negócio B2C precisa chegar a essa posição, precisa garantir uma participação mais ativa no mercado. Somente assim ele será mais rentável.

E agora que você já conhece todas as vantagens do e-commerce B2B, como no caso de uma distribuidora de produtos de limpeza, no próximo tópico, vamos mostrar as desvantagens desse modelo. Continue a leitura para saber mais.

Desvantagens do e-commerce B2B

Assim como qualquer outro tipo de organização, um e-commerce B2B também tem as suas desvantagens. E podemos classificá-las como características inerentes desse mercado.

Uma delas é o tempo do ciclo de vendas maior. Isso acontece porque o comportamento de aquisição de uma solução B2B depende de várias pessoas que decidem pela compra, e pelo fato de o ticket médio ser maior.   

O número de clientes também é menor, ou seja, para um fabricante de cesta de alimentos, por exemplo, boa parte de seu faturamento depende de poucas empresas.

Pense no seguinte exemplo: se ela vende essas cestas para 5 grandes organizações, seu faturamento é alto, por outro lado, o número de contas ativas é menor. Portanto, para esses negócios, quando eles perdem um cliente, isso pode significar uma queda no faturamento.

Além disso, esses negócios lidam com clientes muito mais exigentes do que as pessoas físicas. Assim sendo, a equipe comercial precisa estar preparada para fechar vendas que realmente trazem lucro.

Outra desvantagem é que o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) é mais alto. Isso acontece porque um fornecedor de fertilizantes orgânicos líquidos, por exemplo, faz suas vendas para outras empresas que contam com mais de um decisor.

Até que todos eles entrem em acordo, o processo de vendas fica parado. E quanto mais alto é o valor da negociação, maior será o CAC, principalmente levando em conta que o potencial cliente é mais qualificado.

Por fim, pelo fato de as vendas serem especializadas, os produtos e serviços são oferecidos para um número menor de compradores.

Portanto, para ter um resultado positivo, tanto a equipe de vendas quanto a de marketing precisam se esforçar mais para conquistar o cliente. Por falar nisso, no próximo tópico, vamos falar um pouco sobre a equipe de vendas em e-commerces B2B.

A equipe de vendas e o e-commerce B2B

Os vendedores de um fabricante de válvulas de segurança podem usar a plataforma e-commerce da empresa como seu braço direito.

Ele deve ser visto e utilizado como uma ferramenta que ajuda a aumentar ainda mais os resultados, além de possibilitar uma atuação mais estratégica.

Entretanto, não se deve desconsiderar o fato de que o contato pessoal e a interação entre vendedores e compradores ainda será um diferencial. É importante aprimorar e manter um relacionamento, e os vendedores podem fazer isso por e-mail, telefone e até WhatsApp.

Assim sendo, dentro de uma empresa que aluga empilhadeira Toyota, por exemplo, sua plataforma e-commerce ajuda a profissionalizar o atendimento e oferece uma boa experiência e facilidade para o cliente.

Em linhas gerais, todos os envolvidos no processo de compra saem ganhando, portanto, empresas, vendedores e clientes.

Mas para chegar a esse nível, é indispensável que a empresa invista em estratégias de marketing para divulgar seu e-commerce. E isso envolve não apenas os clientes, mas também seus colaboradores.

Eles precisam entender do que se trata a loja virtual e quais são as vantagens que ela vai trazer. Quanto aos clientes, é interessante que a plataforma seja apresentada pessoalmente, para que eles saibam como usá-la.

Outra estratégia que vale a pena é fazer uma promoção para os clientes que compram pela primeira vez, pois isso vai estimulá-los a adquirir os produtos pelo site. São ações simples, mas que fazem toda a diferença para os negócios B2B.

Conclusão

Neste artigo, você conheceu um pouco mais sobre o e-commerce B2B e todas as suas vantagens e desvantagens. Investir nele significa acompanhar as tendências de consumo e oferecer mais comodidade para os seus clientes.

Com o crescimento das vendas pela internet cada vez mais notável, negligenciar essa mudança é dar um passo para trás, por isso, é o momento de inovar.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

6 dicas para escolher tecidos para sua colcha

Uma das etapas mais emocionantes e estressantes na criação de uma colcha é escolher seus tecidos . É divertido brincar com diferentes cores e padrões, mas se você está apenas começando, pode estar se sentindo sobrecarregado.

Quais tecidos funcionam bem juntos? Como você pode descobrir quais padrões e cores podem ser combinados? Qual é a melhor maneira de amarrar o look?

Use essas seis dicas para tornar o processo um pouco mais fácil e menos estressante.

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6 dicas para escolher tecidos para sua colcha

1. Escolha diferentes tons de uma cor

Uma maneira simples de escolher os tecidos é escolher diferentes tonalidades da cor. Por exemplo, talvez você tenha um tecido azul marinho que adore e queira usá-lo em seu próximo projeto. A escolha de outras cores semelhantes, como marinho, azul marinho ou turquesa, ajudará a unir o visual.

Incorporar diferentes tons de sua cor principal adicionará contraste e interesse sem tornar a colcha muito ocupada. Se você escolher estampas todas da mesma cor, fará com que sua colcha pareça plana. 

Embora seja ótimo adicionar tons diferentes, certifique-se de usar tons quentes ou frios. Clique aqui para ver uma ferramenta que recomendamos para ajudá-lo a escolher as melhores cores para o seu projeto.

2. Considere a escala

Ao colocar diferentes tecidos juntos, considere a escala das estampas. Assim como com as cores que você escolhe, é importante ter alguma variação nos tamanhos de impressão.

Incorporar uma variedade de escalas de impressão em suas colchas pode ajudar a criar equilíbrio e contraste. Se você escolher estampas do mesmo tamanho, a colcha será ocupada e opressora. Incorporar estampas menores e sólidos à mistura dará aos seus olhos um lugar para descansar.

3. Adicione elementos sólidos na mistura

Incorporar elementos sólidos na mistura pode adicionar contraste e quebrar padrões ocupados para torná-los mais agradáveis ​​aos olhos. Você pode adicionar blocos sólidos ao seu projeto ou incorporar sólidos usando-os como bordas ou faixas de caixilhos.

Ter uma mistura bem equilibrada de estampas e sólidos pode realmente unir seus tecidos muito bem.

4. Brinque com diferentes texturas

A textura pode adicionar interesse à sua colcha, mas também pode adicionar contraste. Se você quiser usar uma cor para um projeto, escolher diferentes texturas pode ajudar a evitar que sua colcha pareça plana. As sombras criadas por texturas em relevo irão naturalmente adicionar tons mais escuros de cor ao seu tecido.

Ao trabalhar com tecidos texturizados, é importante não exagerar. Encontre um bom equilíbrio entre textura, tecidos estampados e sólidos para garantir que sua colcha não fique muito ocupada.

5. Adicionar mais contraste

Mesmo ao misturar diferentes tons, estampas e texturas, sua colcha ainda pode acabar parecendo plana. A melhor maneira de resolver esse problema é usar um contraste mais marcante.

Continuando com o exemplo de cor azul anterior, se você tirar os blocos azul marinho da mistura, seus tecidos de colcha não ficarão bem juntos. Por quê? Porque todos esses são tons de azul claro.

Como você pode saber se tem contraste suficiente? Tire uma foto dos tecidos que chamam sua atenção. Transforme a foto em preto e branco para ter uma ideia melhor do contraste entre as cores.

Se todos os tecidos tiverem o mesmo contraste, a colcha acabará parecendo indefinida.

6. Experimente um kit

Se você estiver lutando para encontrar tecidos que combinem ou se tiver pouco tempo, considere experimentar um kit ou uma coleção de tecidos pré-cortados.

Se você é um iniciante, os kits são um caminho prático a seguir. Aprender o básico de quilting e trabalhar em seus primeiros projetos é opressor o suficiente do jeito que está. Ter que escolher tecidos diferentes pode tornar o projeto ainda mais assustador.

Os kits incorporam todos os elementos sobre os quais acabamos de falar. Basta escolher um kit com as cores e estampas que você gosta. Você perde o elemento de personalização, mas é um bom lugar para começar se estiver se sentindo sobrecarregado.

Se você decidir comprar um kit ou formar uma coleção pré-cortada, estude os tecidos. Preste atenção nos tons, estampas, escala e outros detalhes. Esses kits podem ajudá-lo a aprender quais elementos funcionam bem juntos, e isso tornará mais fácil criar suas próprias paletas no futuro.

Escolher tecidos de colcha não precisa ser estressante ou frustrante. Lembre-se dessas dicas ao planejar seu próximo projeto.

Confira mais conteúdos em nosso site. Aproveite e compartilhe em suas redes sociais. Alguma sugestão no que podemos melhorar? Deixe nos comentários.

Por que seu e-commerce deve ter também uma loja física?

Mesmo com o crescimento das vendas pela internet, a loja física continua sendo a preferência entre os consumidores. Nela, é possível ver os produtos, tocá-los, conhecê-los de perto, experimentá-los, dentre outras coisas.

Entretanto, a tendência é que cada vez mais pessoas comprem pela internet, principalmente as gerações que já nasceram conectadas. Com isso, surge a dúvida da necessidade de continuar investindo em um estabelecimento físico.

Só que outra tendência também está surgindo, conhecida como Guide Shops, ou seja, que não exige que o empreendedor ou o consumidor escolha entre uma modalidade ou outra.

Em outras palavras, o ideal é disponibilizar para os consumidores as duas opções de compras, considerando as vantagens dos dois modelos.

Comprar pela internet tem a ver com conforto e economia, mas também está relacionado à espera. Por outro lado, mesmo pagando um pouco mais, na loja física, o consumidor não precisa esperar a entrega e pode testar os produtos.

Portanto, se você já tem uma loja online, está na hora de pensar na possibilidade de ter um ponto de venda físico. Neste artigo, vamos mostrar as vantagens dele e dar dicas de como montá-lo. Confira o texto!

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A união entre o físico e o online

Em 2017, uma famosa loja virtual inaugurou uma unidade de loja física em São Paulo, depois de anos vendendo apenas pela internet. Isso chamou a atenção de muitas pessoas, assim como outras marcas que fizeram a mesma coisa.

Trata-se de uma estratégia conhecida como Guide Shop, e que vem se popularizando no mundo todo. São comércios físicos totalmente integrados às versões online, onde o cliente experimenta o produto físico e faz compras pela internet.

Além disso, um cliente pode comprar conexões hidráulicas na internet e retirá-las na loja física. Apesar de a tendência de lojas físicas criarem plataformas de venda na web ser cada vez maior, o inverso também está ganhando força.

Ou seja, quem já tem um e-commerce pode investir na criação de um ponto de venda físico, e assim oferecer mais uma opção de compra. Para você entender um pouco mais sobre essa ideia, vamos nos aprofundar um pouco mais no conceito de Guide Shops.

Trata-se de um espaço único que o cliente pode usar como loja conceito, visto que nela existe a oportunidade de tocar e experimentar os itens antes de comprá-los.

Diante desse contexto, fica mais fácil entender qual é a tendência desse modelo de negócio. Trata-se de um ponto de venda que coloca o consumidor frente a frente com as mercadorias que ele vê na internet.

Se você tem uma plataforma e-commerce de EPI (equipamento de proteção individual), que vende luvas de segurança, por exemplo, pode montar uma loja física para seus clientes retirarem o produto, comprarem ou apenas visualizarem.

Agora que você já sabe um pouco sobre essa tendência, no próximo tópico, vamos mostrar as vantagens de uma loja física para os negócios online. Acompanhe a leitura com a gente.

Vantagens da loja física para o e-commerce

Integrar a loja física com a plataforma e-commerce é uma forma de atingir um público maior, e melhorar a comunicação com vários perfis de consumidores.

A loja virtual atua como porta de entrada para receber os clientes, que ao terem esse primeiro contato com uma marca que ainda não conhecem, podem se dirigir para o ponto físico e assim finalizarem a compra.

Ademais, um ponto de venda físico chama a atenção de muitas pessoas e estimula as compras por impulso, por isso, costuma ter um ticket médio superior ao que vemos nas lojas online.

Portanto, seja na hora de comprar piso vinílico em promoção ou qualquer outro produto, tanto a loja física quanto a online trazem muitas vantagens.

É por isso que, ao unir os dois modelos, fica mais fácil captar e nutrir leads. Por exemplo, o e-commerce pode ser usado para atrair e converter, ao passo que a loja física ajuda a aumentar o faturamento.

E não é apenas para os negócios e empreendedores que essa união é vantajosa. Existem muitos benefícios para os clientes também, por exemplo, poderem comprar pela internet e retirar na loja, sem precisar pagar frete.

Isso acaba por diminuir o tempo de espera entre a compra e o recebimento. Ademais, consumidores mais indecisos podem ver as opções na internet e comprá-las em uma loja física.

Trata-se de uma experiência positiva, que agrega muito à jornada de compra e traz mais valor para a marca no mercado em que atua.

Mas não é apenas a comodidade na hora das compras que aliar o e-commerce a uma loja física vale a pena. Essa estratégia também oferece uma forma mais completa de se comunicar com o público.

Trata-se do Omnichannel, uma prática que busca não diferenciar as lojas físicas das plataformas e-commerce, e que tem seu foco totalmente voltado para a experiência do consumidor.

Independentemente de qual canal uma pessoa utilize para comprar o que precisa, como produtos de limpeza atacado, essa prática ajuda a se comunicar até mesmo com os clientes mais exigentes ou inseguros.

Essa integração também é uma forma de obter informações mais precisa sobre o público-alvo, entendendo melhor algumas características dele, como:

  • Comportamento;
  • Hábitos de compra;
  • Conteúdos de interesse;
  • Mudanças de perfis.

Agora que você já sabe quais são as vantagens de unir o e-commerce a uma loja física, no próximo tópico, trazemos algumas dicas importantes para montar um ponto de venda. Vamos lá!

Dicas para criar uma loja física

Hoje em dia, os consumidores podem comprar chapa de alumínio, tanto na internet quanto nas lojas físicas. Por isso, se você já tem um e-commerce e está convencido a abrir um ponto físico, em vista de suas vantagens, algumas dicas são:

Usar um sistema ERP

Usar um sistema ERP é o modo mais fácil de implantar a loja física e continuar administrando bem a loja online.

ERP é uma sigla para Enterprise Resource Planning, que em português significa Planejamento dos Recursos da Empresa, sendo um software que integra todos os dados da loja, bem como seus processos, de modo centralizado em um sistema.

Portanto, ao vender camisa polo uniforme, por exemplo, em qualquer uma das lojas, o software atualiza os dados de venda automaticamente, inclusive aqueles relacionados ao estoque de mercadorias.

Atentar-se aos clientes cross-channel

O consumidor moderno é multicanal, isso quer dizer que ele pode usar todos os canais disponíveis, até mesmo e-mail e redes sociais, para comprar, esclarecer dúvidas e se comunicar com as marcas de modo geral.

Em vista da importância desses clientes, é imprescindível oferecer um serviço completo, que ele possa usar como preferir.

Ademais, é indispensável contar com um site responsivo, seja para vender ração para gado ou roupas de bebê. Isso porque o uso de dispositivos móveis para as compras é cada vez mais frequente.

Por meio de um site responsivo, seus clientes podem ter acesso às páginas, tanto pelo celular quanto por outros aparelhos, como tablets e computadores.

Vincular lojas online e offline

A vinculação entre lojas online e offline deve ser feita sempre que possível, aliás, de maneira ininterrupta. Por exemplo, permita que o consumidor retire na loja física tudo o que compraram pela internet.

Mantenha sempre os mesmos preços e promoções, tanto em um ponto quanto em outro, salvo quando isso servir como estratégia para aumentar as visitas da loja online ou a circulação de pessoas na loja física.

Uma fábrica de arruelas pode fazer uso de outra integração interessante, permitindo que seus clientes troquem na loja física os produtos que compraram pela internet. Por fim, use embalagens de produtos vendidos na loja virtual para promover o novo ponto de venda.

Alinhar para a comunicação entre o virtual e o físico

Por fim, alinhe a comunicação entre o virtual e o físico, para que os clientes sintam que estão comprando com a mesma empresa, independentemente do canal que utilizem.

Isso quer dizer adotar a mesma linguagem, mesmo material de campanha, mesmas promoções, mesmo layout e assim por diante.

Lembre-se que a contradição na comunicação entre esses dois pontos pode colocar em risco a credibilidade da sua marca no mercado em que atua.

Conclusão

A internet facilita a vida das pessoas na hora de comprar, mas, mesmo assim, muitos consumidores ainda gostam de frequentar os pontos de venda.

É ali que eles podem ver o produto de perto e decidir se é o que esperavam, portanto, por mais que o e-commerce esteja crescendo, você não deve descartar uma loja física de seu planejamento. E neste artigo, você aprendeu como criar uma loja física de sucesso.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Entenda a importância da identidade visual para sua empresa

A identidade visual se trata de um conjunto de elementos gráficos que tem como intuito estabelecer a comunicação entre a marca e o público. É por meio dela que as empresas comunicam seus valores, ideais, propósitos e missão.

Para se formar, a identidade visual depende da união de vários elementos, como nome, slogan, cores, embalagem, tipografia, entre outros que ajudam a divulgar um negócio.

Inclusive, se pensarmos um pouco nas pessoas, vamos notar que todos os seres humanos possuem um conjunto de características, que faz com que sejam lembrados e reconhecidos.

Então, definir uma identidade é importante para as pessoas, mas também para as organizações, visto que seria difícil reconhecê-las se não fosse por isso.

Isso é tão necessário que deveria ser tratado como prioridade, pois é com base na identidade visual do negócio que todas as outras estratégias de marketing são elaboradas.

A partir disso é que começamos todo o processo de atração e conversão de clientes. Mas se a identidade não for bem elaborada, o negócio não será reconhecido.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o seu conceito, importância para as empresas e por que devemos contar com um profissional especializado para esse trabalho.

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O que é identidade visual?

Identidade visual nada mais é do que a união de vários elementos gráficos e visuais, que criam uma imagem para uma marca, transparecendo seus valores e o modo como a sociedade enxerga a organização.

Para entender melhor essa definição, pense um pouco sobre você mesmo, incluindo suas características físicas e intelectuais. Sempre existe alguma coisa que se destaca e que chama mais a atenção das pessoas.

Essas e aquelas com menos destaque formam a pessoa que você é, assim como uma cor, uma letra e um slogan diferem as empresas terceirizadas de limpeza e conservação umas das outras.

Só que é necessário buscar componentes que façam com que a companhia seja reconhecida positivamente, para que assim ela possa ter sucesso em seu mercado de atuação.

Em outras palavras, estamos falando de maneiras de destacar as melhores qualidades de um negócio, fazendo com que seja único e interessante para o público.

É por isso que a identidade visual de uma marca é composta por vários elementos, além do cartão de visita. Sendo assim, é possível criar a identidade de uma organização, para que ela seja exposta dessa maneira.

E quanto mais detalhada e compreensível for essa identidade, mais espaço ela vai conquistar no mercado e entre os consumidores.

Para se ter uma ideia de seu conceito, algumas marcas trabalham tão bem sua identidade, que são rapidamente reconhecidas pelo público apenas por suas cores. E quanto aos elementos que a compõem, temos:

  • Cartões de visita;
  • Materiais impressos;
  • Embalagens;
  • Redes Sociais;
  • Sites.

No que diz respeito à identidade em si, alguns dos elementos são paleta de cores, tipografia, logomarca, imagens para publicação, dentre outros.

Agora que você já sabe o que é identidade visual, no próximo tópico, vamos explicar a importância dela para uma empresa de isolamento acústico e muitas outras. Acompanhe a leitura!

Importância da identidade visual para as marcas

Criar uma identidade visual eficaz é importante para criar uma marca forte e uma empresa de sucesso. Quando ela é consistente, a companhia é reconhecida imediatamente entre as pessoas, independentemente de sua idade.

É uma forma de transmitir uma mensagem clara sobre o negócio, como acontece com as grandes marcas que conhecemos, nos mais variados setores. Investir na identidade visual também é uma forma de aumentar as vendas e a participação de um negócio no mercado.

E mesmo que a sua organização não esteja entre as grandes empresas, vai usufruir de diversos benefícios. Por exemplo, um fabricante de bolsas personalizadas para brindes terá sua própria personalidade e transmitirá sua mensagem para todos.

Ademais, todos os seus materiais de marketing serão mais coerentes e consistentes, principalmente no que diz respeito ao design. É uma forma de diferenciar os negócios da concorrência e fazer com que assumam uma posição mais assertiva no mercado.

O público vai memorizar melhor a marca, por isso, a companhia será reconhecida por ele, também no que diz respeito às soluções oferecidas. Por fim, uma boa identidade visual ajuda a criar lealdade e a ganhar a confiança do cliente, algo muito importante.

Sabendo qual é a importância da identidade visual para uma organização, também precisamos entender como ela se diferencia de outros conceitos. Veja mais sobre isso no próximo tópico.

Você sabe a diferença entre identidade visual, marca e branding?

Importante ressaltar que uma empresa de motoboy, assim como qualquer outra, precisa desenvolver esses três conceitos, entretanto, marca, branding e identidade visual costumam confundir quem não entende muito bem o assunto.

Mesmo estando dentro de um mesmo espectro, os significados mudam, por isso precisamos diferenciar uns dos outros.

Quando falamos em marca, nos referimos ao logotipo da empresa. Inclusive, podemos aplicar o seu conceito como companhia em si. Entretanto, quando o assunto é design, ela se refere exclusivamente ao logo.

Então, o logo é uma representação visual do que se trata o negócio e de que forma ele vai se posicionar no mercado. Por outro lado, o branding define toda a estratégia de gestão, que está além do logo ou da identidade visual.

Ele envolve o desenvolvimento da estratégia, criação de conceitos e planejamento do que diz respeito, por exemplo, a quem é a empresa de automação residencial.

Também se relaciona ao modo como a corporação se posiciona, como deseja se comunicar com os clientes e a maneira como vê o mundo. Pensando por esse lado, vemos o quanto seu conceito se assemelha com o de branding, mas ele vai muito além dos componentes gráficos.

Se o branding não for bem definido, fica difícil criar uma identidade, visto que ele dita a essência da marca em relação aos seus conteúdos visuais.

Deste modo, trabalhar esses três conceitos em conjunto facilita na hora de definir um mercado de atuação e, consequentemente, conquistar consumidores fiéis. Mas todo esse trabalho precisa da ação de um bom profissional, e vamos explicar por que no próximo tópico. 

A importância de um profissional qualificado

Mesmo que o empreendedor conheça bem a sua empresa de calibração de valvulas de segurança, ele precisa contar com o trabalho de um bom profissional para criar sua identidade visual.

Vamos imaginar que um pequeno negócio passou por um problema com um cliente, isso causou uma impressão ruim e difícil de reverter, também pelo fato de possuir muitos concorrentes.

Então, desse modo, se ele tiver uma boa identidade visual, vai ficar mais fácil reverter. Entretanto, muitas empresas de pequeno porte, por conta de custos, tentam criar sua própria identidade visual.

Os resultados são materiais que não condizem com sua realidade, sendo assim, não ajudam a alcançar os objetivos esperados.

Dentre os principais erros está o uso equivocado das cores, elementos em geral e tipografia. Além disso, a falta de conhecimento em design ajuda a comprometer a identidade visual do negócio.

Por outro lado, se as empresas de limpeza e conservação contratarem bons profissionais para desenvolver sua identidade, vão contar com toda a experiência deles para se promoverem melhor no mercado.

Inclusive, se você fizer uma rápida pesquisa na internet sobre como criar sua identidade visual, vai encontrar vários materiais a respeito, mas, por mais detalhados que sejam, fica difícil alcançar a excelência de um trabalho profissional.

As pessoas especializadas no assunto conseguem construir um design apropriado, que transmite o sentimento e a mensagem que sua empresa realmente quer.

Esses profissionais sabem usar a paleta de cores, com foco no segmento da sua organização. Além disso, conhecem bem os efeitos das várias opções de tipografia e qual delas atende às características de seu público-alvo.

Lembre-se de que contar com esse profissional não representa um gasto para as empresas de gases industriais. Pelo contrário, elas enxergam esse trabalho como um investimento que vai consolidá-las em seu mercado de atuação.

Conclusão

Se você quer que o seu negócio tenha uma marca forte no mercado, precisa desenvolver uma boa identidade visual. Independentemente de qual seja o seu segmento ou qual é o mercado de atuação em que está inserido, precisa se posicionar bem e vencer a concorrência.

O público precisa conhecer a sua companhia para optar por ela em detrimento de outra, mas se sua identidade não transmite confiança, credibilidade e profissionalismo, fica difícil conseguir a atenção dos consumidores.

Neste artigo, você entendeu um pouco mais sobre o conceito de identidade visual e sua importância. E agora já sabe que contar com um bom profissional para desenvolvê-la é o melhor caminho para o sucesso.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como construir um bom planejamento de marketing?

Uma das grandes estratégias para aumentar o número de clientes, fixar a marca no mercado digital e, realmente, alcançar os objetivos como empresa é o planejamento de marketing

Essa proposta de desenvolvimento é um documento que serve como um guia para direcionar o marketing, com os objetivos, estratégias e informações importantes para traçar um caminho para os resultados que a firma deseja alcançar a curto, médio e longo prazo.

Por que fazer um plano de marketing?

Pois bem, existem variados motivos para a criação de um plano de marketing, sempre visando o crescimento da marca, bem como a retenção de novos clientes. Para facilitar ainda mais esse entendimento, listamos algumas das principais razões:

  • Criar propósito na realização das ações;
  • Ganhar consciência para expansão no mercado inserido;
  • Focar nos objetivos desejados e nas formas de conseguir;
  • Embasar as tomadas de decisões no negócio;
  • Otimizar o investimento em marketing;
  • Melhorar a comunicação interna.

Ou seja, por ser um planejamento, a empresa terá um documento próprio, com detalhes de cada ato a ser feito, para que possa crescer e ganhar destaque. 

Dessa forma, haverá uma valorização do tempo e eficiência, pois o tempo de trabalho gasto será efetivo e a perda desse com ações sem propósito não ocorrerá mais, uma vez que o trabalho será focado em estratégias que serão efetivas para o público-alvo e para a firma em geral. 

Além disso, a quantidade de investimentos inserida será específica, então não haverá desperdícios com ações fora do objetivo, e o retorno será maximizado. 

Com o planejamento, todos os funcionários da empresa terão conhecimento de suas ações e do impacto delas no desenvolvimento empresarial, portanto a motivação aumenta e é criado um maior relacionamento entre os componentes. 

Por exemplo, se esse planejamento for criado em uma fabrica de etiquetas adesivas, cada pessoa na equipe saberá sua responsabilidade na produção e como sua função afetará o produto final, gerando empolgação com as conquistas da fábrica como um todo. 

Outra razão para ter o plano é que o conteúdo será mais assertivo, já que todas as informações de conquista estão mapeadas.

Como construir um planejamento de marketing?

Agora que já ficou claro quais são as razões para contar com um planejamento completo e eficiente, chegou o momento de saber como realizar essa ação. Pois bem, entre os principais passos a serem seguidos estão:

  1. Diagnóstico da empresa;
  2. Análise do negócio;
  3. Análise da concorrência;
  4. Definição do público-alvo e personas;
  5. Definição de posicionamentos;
  6. Definição de objetivos;
  7. Definição de KPIs;
  8. Definição de estratégias de marketing;
  9. Orçamento;
  10.  Elaboração de cronograma;
  11.  Elaboração do plano.

1 – Diagnóstico da empresa

É necessário iniciar o processo analisando a própria empresa internamente, com informações detalhadas sobre o estado atual dela e de sua capacidade. 

A análise deve conter os pontos fortes da firma, assim como os fracos para melhorá-los e aumentar o alcance e qualidade. Além disso, é válida a análise dos pontos fortes e fracos em relação ao mercado inserido também. 

Dessa forma, é possível uma compreensão do orçamento e uma melhor forma de preparar seu planejamento, de acordo com as possibilidades existentes para alcançar os objetivos.

2 – Análise do negócio

Para essa parte do planejamento, é necessário observar o ambiente em que a empresa está inserida e fatores que poderão afetar o funcionamento do plano. 

Devem ser identificadas as mudanças que poderão ocorrer na região, no país e até no mundo relacionado ao seu ambiente de negócios. Além disso, mudanças mais focadas no seu mercado também deverão ser analisadas. 

Por exemplo, uma agência de eventos SP deve analisar os fatores como meses que são relacionados a eventos específicos (mês das noivas), localidades em que há maior fluxo de interessados, quando outras agências realizaram seus eventos para não haver concorrência no mesmo dia, assim como o estado do mercado financeiro. 

Seria válido incluir um plano de ações específicas para cada situação, como o que fazer em determinadas situações pessimistas, como um plano de fuga. 

3 – Análise da concorrência

É válido analisar a influência da concorrência no mercado, identificar acertos de outras empresas para incluir ao seu plano de metas. 

Além disso, ao analisar as ações dos adversários, é possível antecipar seus movimentos e permitir um preparo para o que está por vir na disputa do mercado. 

4 – Definição do público-alvo e personas

Essa parte está voltada para as pessoas que você irá direcionar o seu conteúdo, ou seja, seu público-alvo. Para isso, é preciso que você divida o mercado em geral e identifique que tipo de público você deseja que consuma o seu produto. 

Por exemplo, uma administradora predial deve entender que o seu alvo são moradores de edifícios e, com isso, voltar seu planejamento de marketing para as pessoas que se encaixam nessa divisão. 

Após isso, é vital a criação de uma persona, que é a descrição do que seria um cliente ideal, com características de consumidor com valores, expectativas e desejos. 

Com isso, crie um caminho que esse consumidor seguiria, para poder traçar planos que não prejudiquem o consumo dele, como uma antecipação. 

5 – Definição de posicionamentos

Nessa etapa, deve-se pensar em como se deseja que a empresa seja vista pelos consumidores. Como dito antes, é necessário identificar o posicionamento da concorrência para que sua empresa possa ganhar destaque e ser única neste ponto. 

Os fatores a serem analisados devem ser o quanto será cobrado, como será o produto em si, os valores da marca em geral e até os significados que se deseja atribuir a si. Dessa forma, é possível definir como esse posicionamento será passado para os consumidores. 

6 – Definição de objetivos

Para que os objetivos sejam claros e bem definidos, é indicado que eles sejam específicos, possíveis de atingir, realistas, calculáveis e que tenham prazo definido. Dessa forma, eles serão claros para todos os atuantes. 

7 – Definição de KPIs

Os KPIs são indicadores de sucesso, ou seja, uma maneira de analisar se o seu plano de metas está em progresso ou apenas seguindo sem rumo, pois estão diretamente ligados aos seus objetivos. 

Para que eles tenham função, deve haver uma rotina de revisão e análise para identificar o andamento do planejamento. Além disso, é possível identificar os pontos parados e sem rumo para direcioná-los para um caminho mais focado. 

8 – Definição de estratégias de marketing

Agora, deve-se definir que tática de marketing será usada para favorecer a sua empresa a chegar mais próximo do que foi traçado no plano de metas. 

Essa parte deve ser feita bem detalhadamente, com o preço que será cobrado, o que será ofertado, onde será ofertado e como. 

9 – Orçamento

Nessa parte deverá ser analisado quais equipamentos, instrumentos, funcionários, campanhas, serviços e despesas gerais serão utilizados durante o processo e quanto será gasto com essas utilidades. 

Se sua empresa for no ABC, por exemplo, é de extrema importância levar em conta a contabilidade no ABC nesta parte, com cálculos financeiros e até considerar contatá-los para auxílio. 

10 – Elaboração de cronograma

Com a base do plano já definida, é necessário colocá-la em prática. Ou seja, montar de fato um cronograma e separar o que cada equipe será responsável e realizará. 

11 – Elaboração do plano

Por fim, é só criar o documento que será o guia de marketing da empresa. 

Confira algumas dicas para ajudar no processo

Para melhor desenvolver o seu planejamento, é indicado o marketing de atração (Inbound). Ele é voltado para a atração de novos clientes e em estreitar a relação com talvez compradores, para que seja possível torná-los consumidores. 

Outro tipo de marketing indicado é o que ativamente segue atrás de outros consumidores. Geralmente ele fica relacionado ao pagamento de publicidade, como compra de anúncios e propagandas. 

Além de estratégias de marketing, é indicado revisar constantemente as bases do plano, para que o objetivo não se perca pelo caminho e haja sempre uma adaptação ao que está de acordo e ao que não funciona. 

Por exemplo, num planejamento para um serviço de instalação elétrica, que possui publicidade em sites para público adulto, porém que foi ganhando público adolescente, deve-se considerar mudar o site para um voltado para novas moradias, já que o antigo público foi abandonando a plataforma.

Outro fator necessário é ter estratégias para manter o seu público já consumidor. Por exemplo, sempre valorizar a opinião deles e dar apoio para que eles não sejam atraídos por marcas concorrentes e abandonem a empresa. 

Como, para uma empresa de portaria, é vital que eles permaneçam com os meios já existentes e perguntem a opinião dos consumidores, para que eles continuem satisfeitos com o trabalho. 

Além disso, é necessário a procura por parceiros estratégicos, que tenham conteúdo a somar com o da sua empresa, mas não de forma concorrente. 

Por exemplo, para uma empresa de automação industrial, fazer parceria com empresas de bem-estar não teria ganho de fato, pois os dois assuntos não se relacionam. Com isso, o público-alvo da empresa parceira não terá interesse em consumir o conteúdo da empresa. 

Uma dica essencial é a de, no início do planejamento, deixar as metas menores, mas necessárias e alcançáveis. Porque se, no começo, forem selecionadas metas grandes e inatingíveis, a empresa terá uma sensação de que o plano não funciona e de que ele não será efetivo.

Por fim, uma dica que para acrescentar seria o contato com uma empresas de saúde ocupacional, para que os funcionários que participam do planejamento possam ter um controle da saúde, para que a produtividade não seja afetada. 

Conclusão

Com todas as dicas aqui citadas, com certeza, montar um planejamento de marketing funcional e completo, ficou muito mais fácil. Basta, antes de tudo, fazer uma avaliação do seu negócio, bem como quais são os seus princípios.

Confira mais conteúdos em nosso site. Aproveite e compartilhe em suas redes sociais. Alguma sugestão no que podemos melhorar? Deixe nos comentários.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Site responsivo e site mobile: você sabe a diferença entre os dois?

Para que o seu negócio se expanda e tenha o potencial de atingir cada vez mais clientes com os seus produtos e serviços, é necessário decidir entre a estrutura do site responsivo e site mobile. Mas você sabe a diferença entre os dois?

Então, no texto de hoje, será abordado a diferença entre cada um desses layouts e como identificá-las, além das vantagens que sua empresa terá ao aderir a eles. Porém, antes, é preciso entender mais sobre o crescimento do mercado online.

O e-commerce tem crescido bastante no decorrer dos últimos anos e parte desse sucesso tremendo é a chegada da internet e avanço tecnológico, facilitando muito a vida das empresas que já estavam consolidadas no mercado, e atraindo novos empreendedores.

Desde micro empresas que oferecem soluções em internet até mesmo vendedoras de produtos cosméticos, todos começaram a ter mais espaço dentro do meio digital e a tendência é apenas crescer cada vez mais.

Com isso, algumas peculiaridades são criadas. A primeira é que o mercado fica bem mais movimentado e as marcas começam a se preocupar com produtos que as grandes empresas antes não exploravam muito, que são os produtos de nicho.

A segunda é um mercado ainda mais competitivo. Com tanta gente nova dentro dele, agora é necessário mais qualidade no desenvolvimento do que é ofertado e, todos os que são medianos ou ruins deixam de se destacar e, somente o excelente e inovador ganha espaço.

Desde empresas de automação industrial até mesmo novas marcas que trabalham com jogos de tabuleiros precisam de um site que ajude a divulgar o seu trabalho e sirva como um meio profissional de localização e contato para as marcas.

E, durante o desenvolvimento deste domínio, surgirão algumas perguntas sobre, por exemplo, qual o layout que será adotado para o seu site: o layout mobile ou o layout responsivo. E nesse momento, muitos travam por não saberem exatamente qual a diferença.

Portanto, confira no tópico a seguir qual a diferença entre ambos os layouts e o porquê você deve escolher um na hora de desenvolver o seu site, mesmo que o seu ramo de trabalho seja sobre acessórios pet atacado.

Veja também – Chatbots: como utilizá-los para automatizar as tarefas de sua empresa

Layout Mobile X Layout Responsivo

O layout nada mais é do que a estrutura que o seu site adotará e como ele funcionará em todas as telas nas quais for acessado, incluindo desde um desktop em sua casa até mesmo tablets e aparelhos celulares em um metrô em movimento.

Com o avanço tecnológico, os aparelhos e dispositivos móveis ficaram cada vez mais em evidência e, ao acessar um site, antigamente, não existia suporte e muitos acabavam sendo prejudicados e não conseguindo consumir o conteúdo que queriam.

Como isso é passado e, nos dias de hoje, a realidade é outra, as empresas se preocupam com o layout que terá o seu site, desde o momento de criação dele, facilitando para que as pessoas continuem podendo comprar piso laminado lá dentro, por exemplo.

Como diferenças entre ambos os layouts, é possível destacar:

  • Aparência nos dispositivos;
  • Interação do usuários;
  • Necessidade de domínio;
  • Valores de investimento.

Sendo assim, vamos entender um pouco mais a fundo como esses elementos funcionam na prática e o porquê de serem tão diferentes.

O site responsivo é aquele que será adaptado para o usuário dependendo do tamanho da tela que ele estiver utilizando. Em outras palavras, o site se adequará à tela do dispositivo e oferecerá a mesma experiência independentemente de onde estiver sendo utilizado.

São realizadas modificações nos códigos e programação do site para que ele possa oferecer a mesma sensação do PC na tela do seu celular, desde um site sobre serviços de contabilidade até mesmo livrarias online.

Já o site mobile tem como objetivo criar uma experiência única para o usuário quando ele o  acessar de forma remota, criando uma experiência única para a pessoa que navegar pelo site dessa forma.

Ou seja, ele não se adapta igual o responsivo, e sim, é construído inteiramente voltado para as pessoas que o acessam através de outros dispositivos que não sejam computadores de mesa ou notebooks.

Normalmente, possui interações diferentes para facilitar a utilização em telas menores, bem como possui URL própria para expor suas informações, fazendo com que seja bem mais caro de ser produzido, embora compense bastante.

Deste modo, sua empresa de serviços de contabilidade, por exemplo, pode, então, decidir qual utilizar, dependendo da estratégia que for aplicada. 

Seguindo essa linha de raciocínio, é possível pensar nas vantagens e diferenças que tais escolhas podem trazer e que, de uma forma ou de outra, acabam impactando o seu negócio como um todo e é sobre isso que iremos abordar no próximo tópico.

Quais as vantagens de cada layout?

Assim como qualquer decisão empresarial, toda estratégia ou planejamento realizado tem como objetivo otimizar, economizar, divulgar ou expandir o negócio de alguma maneira e, com o layout do site não seria diferente.

Embora as prioridades de uma fábrica de produtos de limpeza sejam diferentes de uma empresa que busca inovar com suas soluções de logística, o objetivo ainda sim permanece o mesmo: trazer ao usuário uma experiência agradável ao utilizar o seu site.

Sendo assim, vamos conferir primeiramente as vantagens de um design mais responsivo e, logo em seguida, o design mobile. Sem mais delongas, vamos a eles:

01 – Site responsivo

O principal atrativo de um site responsivo é o valor de investimento que é bem menor comparado ao mobile, principalmente por serem apenas algumas mudanças no código do site, o que o torna mais rápido de ser implementado também.

Ou seja, se você acabou de abrir a sua empresa que é uma administradora predial, por exemplo, será muito mais fácil de criar e estruturar o seu site, afinal o investimento pode ser realizado em outros setores no momento e o tempo para que ele fique pronto é menor.

Não apenas isso, mas eles são melhor ranqueados frente aos mecanismos de pesquisas e algoritmos do Google, facilitando na hora de trazer ao usuário o seu site quando ele procurar por algo que você venda, e para pessoas que não conhecem o seu trabalho.

Ele também é bem mais fácil de ser planejado e gerenciado, dependendo de menos investimento de tempo, energia e dinheiro para o manter ativo e funcionando, entregando exatamente o que o cliente precisa na hora que precisa.

Ideal para negócios que querem uma maior facilidade na hora de gerenciar o seu site e/ou não querem ou não podem investir tanto dinheiro no momento.

02 – Site mobile

Já o site mobile tem como principal objetivo oferecer uma experiência única ao usuário e facilitar para que ele acesse informações essenciais do site e, até mesmo, utilizar de plugins e opções únicas para os seus usuários.

Normalmente a forma como o site se apresenta é diferente e mostra as opções em caixas e textos maiores, além de carregar mais rápido e ter uma navegação mais fluida, principalmente pela quantidade de informações acumulada ser menor do que o responsivo.

Porém, ele necessita de um domínio próprio e demora um pouco mais para ser desenvolvido, além de ser mais difícil de ser gerenciado, embora, mostre ao usuário que a empresa se importa com a forma que ele os encontra e com a sua experiência no site.

Enquanto o site responsivo muitas vezes precisa de um Zoom e o usuário precisar a todo momento ficar mexendo na tela para que tudo funcione melhor, o mobile já facilita essas informações e oferece ao cliente apenas o essencial.

Em contrapartida, é mais caro e precisa de mais planejamento, podendo não ser recomendado para empresas que não tem um setor dedicado a isso ou que não possuem tanto capital para investir no momento.

Independentemente de qual decisão optará, para que seu site seja ranqueado no Google e não corra o risco de sofrer alguma penalização, ele tem de apresentar um desses dois layouts. 

Considerações finais

Hoje, entendemos melhor o que é um site responsivo e um site mobile, como eles impactam o dia a dia das empresas, como eles surgiram com a chegada do e-commerce, além das suas vantagens e peculiaridades.

O importante é analisar a situação atual da sua empresa e se adequar ao que melhor atende às suas necessidades e suas prioridades. De nada adianta investir em um site mobile se não conseguir mantê-lo, por exemplo.

Nada impede também de, futuramente, você mudar o seu site ou criar um exclusivo para a pessoa que utiliza os dispositivos móveis. Tudo dependerá da estratégia que será utilizada e como você se adapta a cada mudança que possa vir a ocorrer em seu negócio.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Chatbots: como utilizá-los para automatizar as tarefas de sua empresa

Os chatbots têm sido uma das mais importantes ferramentas da atualidade. Estas inteligências artificiais permitem uma conexão muito mais próxima com seus consumidores, facilitando o trabalho de comunicação de qualquer empresa.

Inclusive, em um mercado cada vez mais competitivo, saber se comunicar e apresentar uma boa experiência para o usuário é um dos elementos mais importantes para que empresas de consultoria ambiental, assim como outras, se destaquem.

Para que essa comunicação seja mais efetiva, entretanto, existem alguns elementos que podem fazer a diferença para qualquer empresa, principalmente com relação à agilidade e praticidade na hora de ter um diálogo.

O atendimento demanda atenção e cuidado da parte de seus colaboradores, e muitas vezes, ficar respondendo perguntas básicas e repetitivas pode tirar o foco de elementos mais cruciais para a execução do trabalho.

Da necessidade de explorar melhor estes recursos, surgiram os chatbots. 

Entenda o que são chatbots

Esta ferramenta nada mais é do que uma máquina capaz de conversar com um ser humano. Através de uma programação, você consegue inserir diversas respostas para que seus consumidores tenham acesso mais fácil ao seu conteúdo.

Deste modo, questionamentos que costumam ser realizados sempre, podem apresentar as respostas diretamente.

Ademais, quando o chatbot está agindo, sua equipe tem tempo de focar em pontos mais complexos de sua estratégia, seja em uma empresa de ração para gado ou em qualquer outra.

Isso significa que os atendimentos que precisam de atenção especial terão mais cuidado, gerando uma melhora ainda maior no conceito da empresa no mercado.

A tecnologia faz parte da vida de cada pessoa, e não existe mais uma ideia de mundo onde ela não seja aplicada em diversas ações. Por isso, pensar em como o chatbot pode melhorar as ações de sua empresa de calibração deve ser feito com atenção.

O chatbot pode inclusive ser integrado a diversas formas de comunicação da atualidade, facilitando ainda mais sua utilização. Estas ferramentas costumam ser muito usadas pelos clientes, em:

  • Lojas virtuais;
  • Mensageiros instantâneos;
  • Redes sociais;
  • Sites e blogs.

Não importa em qual canal seu cliente surja, é possível deixar o chatbot pronto para realizar o atendimento inicial sem nenhuma demora e oferecendo respostas para os questionamentos dele.

Dessa maneira, mesmo que o consumidor tenha que esperar o atendimento pessoal, ele ficará mais satisfeito, uma vez que alguns de seus questionamentos serão resolvidos ainda com a inteligência artificial.

Ademais, os chatbots usam um sistema conhecido como NLP, ou Neuro-linguistic Programming (Programação neurolinguística).

Ou seja, a máquina é programada para responder perguntas através de um processo de linguagem natural, mantendo assim seu relacionamento com leads e clientes de, por exemplo, sua empresa de terceirização.

Com o tempo, o chatbot pode até vir a aprender novas perguntas e se tornar ainda mais efetivo.

Como funciona um chatbot?

Em sua essência, o chatbot é uma máquina capaz de interagir com o público, oferecendo respostas para alguns de seus questionamentos e facilitando o processo de atendimento. Isso pode ser realizado a qualquer momento que o cliente desejar.

Uma das grandes vantagens do chatbot é o fato de que, por se tratar de uma máquina, não há limitações para seu atendimento. Ele pode funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Nenhuma limitação de tempo ou local afeta um chatbot, que fica constantemente pronto a atender. Dentro desse espectro, existem algumas variações que podem afetar o funcionamento da ferramenta.

A primeira variável é que um chatbot não obrigatoriamente precisa ser uma inteligência artificial.

Para iniciar o trabalho com esse tipo de equipamento, você pode usar um estabelecimento de diretrizes no chatbot para que ele sempre responda as mesmas coisas sobre seu processo de remoção de entulho, por exemplo.

Entretanto, cada vez mais a versão de inteligência artificial tem se popularizado, baixando o custo e permitindo um equipamento muito mais qualificado para esse tipo de ação. Então, conseguir explorar todo o potencial de seu chatbot é fundamental.

Para aqueles que desejam dar um passo adiante, alguns chatbots são criados usando a tecnologia machine learning, que permite que a máquina “aprenda”, simulando um cérebro humano.

Nestes casos, quando o chatbot não souber responder uma pergunta, ele automaticamente procurará em seus bancos de dados pelas melhores respostas, para inseri-las em sua programação, sem que haja interferência humana.

Veja quais são os principais usos de um chatbot

Embora a maioria das pessoas ainda use a ferramenta dos chatbots exclusivamente para o suporte ao cliente, existem diversas ações que podem explorar este importante recurso de atendimento.

Dessa maneira, você consegue ter um método muito mais interessante de comunicação, aliando vários elementos para conseguir conquistar uma qualidade superior em seu tipo de ação.

Chatbots de marketing

Se você deseja aumentar seu engajamento com o público e melhorar o relacionamento com seus clientes, a utilização do chatbot pode ser uma excelente maneira de acessar uma quantidade de pessoas maior e criar novos leads.

O chatbot acaba fazendo o contato inicial com seus possíveis clientes, encaminhando-os para ações que podem levá-los adiante no funil de vendas.

Através da primeira análise dos chatbots, executada de maneira automática pela ferramenta, o cliente é encaminhado para a área ou setor que mais se adapta a suas necessidades, criando assim um sentimento de qualidade e agilidade no atendimento.

É possível, ainda, utilizar os chatbots para ações de marketing diferenciadas, aproveitando a interação da ferramenta com o público para criar uma série de vantagens que engajem melhor a marca, como gincanas e jogos usando a comunicação.

Os chatbots também coletam dados o tempo todo, permitindo que você consiga entender e estruturar melhor seu público-alvo. Assim, esse grupo de pessoas com interesses em comum têm uma propensão maior a comprar de seu estabelecimento.

Por isso, entender o público-alvo é uma estratégia fundamental para conseguir explorar todo o potencial de marketing de sua empresa de gesso acartonado, bem como de qualquer outro ramo de atuação.

Chatbots de vendas

Os chatbots de vendas atuam em várias etapas do processo de compra e venda passados pelos clientes, que podem, muitas vezes, efetuar toda a compra apenas com o equipamento, sem precisar de nenhum contato humano.

Um dos usos mais comuns desse tipo de chatbot é com as redes de telefonia móvel. Através de SMS ou mensagens de aplicativos, é possível contratar serviços, mudar planos e fazer recargas de crédito, simplesmente respondendo os questionamentos corretamente.

A maioria das pessoas não gosta de passar longas horas no telefone, sobretudo em casos onde poderiam resolver outras situações. Pensando nisso, é importante ter em mente que os recursos disponíveis para os chatbots ainda são limitados nesse quesito.

Por isso, é importante pensar em formas de explorar melhor sua ferramenta, criando novas possibilidades de atendimento e tornando os processos cada vez menos desconfortáveis para os consumidores.

Pessoas que preferem lidar com mensagens instantâneas podem acabar sendo atraídas pela facilidade e praticidade de compra que o chatbot pode oferecer para, por exemplo, a sua empresa terceirizada recepcionista.

Chatbots de atendimento

A primeira função para a qual os chatbots foram designados é também aquela em que eles estão mais avançados. Existem diversas ferramentas para auxiliar o atendimento e suporte ao cliente utilizando o chatbot.

A automação que a ferramenta propõe permite que você diminua sua quantidade de atendentes humanos para conseguir economizar, enquanto mantém um bom padrão de qualidade de atendimento.

Isso porque a maior parte do atendimento básico é realizada pela própria ferramenta, que consegue segmentar e encaminhar de maneira efetiva os consumidores para a área de atendimento que eles realmente precisam comunicar.

Além disso, o chatbot pode oferecer uma série de recomendações e sugestões de seus produtos e serviços para iniciar um atendimento de qualidade com seus clientes.

Inclusive, a ferramenta permite que você apresenta diversos conceitos, melhorando seu engajamento, seja você uma empresa de impermeabilização de laje ou de qualquer outro segmento de atuação.

A ideia do chatbot é não ser maçante ou impessoal, por isso, ações como essa acabam ajudando a aproximar mais o cliente da marca, passando um sentimento de confiança acerca do assunto.

Algumas das ferramentas estão tão avançadas que permitem ações mais complexas, como reservas e pedidos em restaurantes e lanchonetes. Por isso, é importante entender as capacidades da aplicação que você está instalando para poder usufruir o melhor dela.

Considerações finais

O chatbot é uma ferramenta de alto impacto para qualquer empresa. A capacidade de comunicação que esta inteligência artificial possui é muito benéfica para um empreendimento que pode explorar todo esse potencial para aumentar seus clientes.

Para tanto, é preciso conhecimento e entendimento do recurso e de tudo o que ele tem a oferecer. Por isso, você deve praticar com qualidade o uso dos chatbots em sua empresa, garantindo que eles terão ampla chance de aprimorar suas atividades como um todo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como escolher uma Raquete de Tênis: As Dicas Definitivas

Como escolher uma raquete de tênis e desfrutar deste emocionante jogo? Não perca este post, pois nós lhe daremos o conselho definitivo.

A questão de como escolher uma raquete de tênis é complexa e entre muitos fãs de tênis isso cria um certo estresse devido à grande quantidade de modelos existentes no mercado.

É muito lógico ter esse estresse antes de comprar, da primeira ou da próxima raquete.

E a verdade é que é muito importante saber responder bem a essa pergunta porque uma raquete de tênis pode melhorar ou piorar seu jogo.

Mas o mais importante é que uma escolha errada pode causar lesões . Ou seja, estamos falando sobre sua saúde e saúde é a coisa mais importante.

Antes de entrar em questões mais técnicas sobre como escolher uma raquete de tênis, gostaríamos de lhe dar alguns conselhos gerais:

  • Você não precisa basear sua decisão única e exclusivamente na estética . Na verdade, achamos que é o último a considerar.
  • Esqueça a moda .
  • Não compre aquele que o seu jogador de tênis favorito usa . Precisamente por isso, porque se trata de um jogador profissional. Certamente, as características do seu jogo não serão as mesmas.
  • Deixe-se aconselhar por especialistas do mundo do tênis. Na Bola de Tênis Delivery podemos oferecer as melhores dicas para que você tenha a raquete perfeita.

O que ter em mente ao escolher uma raquete de tênis

Passamos agora aos principais pontos a ter em consideração na escolha da sua raquete de ténis:

1. Peso

Se você escolher um muito pesado, mais força você terá que fazer e o movimento de bater ou balançar será mais longo. Os pesados ​​geram mais força, você tem mais controle sobre eles e menos vibrações. Mas eles são menos controláveis, a menos que você tenha movimentos perfeitos.

2. Tamanho da cabeça

Estamos nos referindo à superfície impressionante. Esta superfície tem entre 600 cm2 e 780 cm2 . Aqueles com uma superfície maior permitirão que você tenha mais erros . Eles têm cordas mais longas para que a batida na bola seja mais suave . Agora, quanto maior a superfície de rebatida, menos controle você terá sobre a raquete.

3. Comprimento

Uma raquete típica mede 68,5 centímetros . Quanto mais longos forem, maior será a velocidade e, portanto, maior será a potência, desde que você consiga manter a mesma velocidade com cada movimento e com um mais curto. Os mais longos têm mais alcance. Mas esse poder pode significar que você não tem controle total sobre a empunhadura. Os longos são menos manejáveis ​​e você notará isso principalmente quando for fazer um vôlei e quando a bola estiver muito perto do seu corpo. Será mais difícil acertar a bola.

4. Como escolher uma raquete de tênis de acordo com o padrão

Por padrão, queremos dizer o número de cordas verticais e horizontais que constituem a superfície das raquetes de tênis. 

O padrão é fechado se o espaço entre as cordas for pequeno e aberto se for grande. Se estiver aberta, a raquete terá mais potência e será mais fácil para você realizar determinados efeitos. Os padrões abertos fornecem mais conforto ao jogador. Pelo contrário, em padrões fechados, a sensação de controle é maior. A meia-vida dos padrões abertos é maior do que a dos fechados. É um aspecto que você também deve levar em consideração.

5. Equilíbrio

Equilíbrio ou equilíbrio que é determinado pela distribuição do peso da raquete. Se o ponto de equilíbrio for na cabeça a raquete ficará mais pesada , mas elas são mais potentes e transmitem menos vibrações. Contra eles, deve-se dizer que são menos gerenciáveis ​​e têm menos controle

6. Rigidez

E, finalmente, vamos dar uma olhada na rigidez. Os rígidos têm mais potência e mais controle, mas aumentam as vibrações da raquete que são transmitidas ao braço. Os flexíveis são menos potentes, mas absorvem melhor as vibrações.

Como escolher uma raquete de tênis com base no movimento

Como você viu, escolher uma raquete de tênis tem muito a ver com os movimentos que você faz para bater na bola. E, claro, você terá que escolher de acordo com seus conhecimentos sobre tênis. Dependerá se você faz movimentos ou balanços longos, médios ou curtos.

Dentro de toda a gama de raquetes de tênis você pode escolher entre gama baixa, média ou alta. Aqui já estamos dentro do seu orçamento. É lógico pensar que os mais sofisticados são mais caros do que os demais.

Em resumo. Quando você se pergunta como escolher uma raquete de tênis, deve levar em consideração todos os aspectos que listamos neste artigo. Repetimos que existe uma vasta gama de raquetes e que é melhor que se deixe ser aconselhado por especialistas.

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HOW TO CHOOSE A DENTIST? CHECK OUT THE 5 BEST TIPS

When you go to a dentist appointment, you are putting your oral health in the hands of someone you probably don’t know, aren’t you? Given this, even in front of this scenario, is it possible to choose the ideal dentist for your type of problem?

In fact, there are some precautions that can be observed before and at the first appointment, in order to have a good idea of ​​the professional who will assist you. These are easy observations to make and can be a good reference.

So, don’t be shy. Ask and watch carefully what happens in the office or clinic. Continue this post and learn how to choose a dentist, checking out these 5 tips.

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1. FIND OUT ABOUT THE PROFESSIONAL’S QUALIFICATIONS

Try to find out about the professional you will be consulting with. Talk to relatives and friends and you might get some good tips.

Many lists of health plans have references on the training and qualifications of contracted professionals. If that’s your case, see what’s available in your plan’s list.

As there are many dental specialties, look for professionals in the one that will attend your case. This will facilitate the search for a good professional.

2. REPAIR THE OFFICE FACILITIES

Arrive a little earlier for the first appointment and spend some time observing. Consider the reception, waiting room and toilet facilities.

Take into account the organization, as well as care with hygiene and cleanliness. When entering the consultation room, observe the vestments such as cap, gloves and mask. Try to understand if the place and the procedures adopted convey a feeling of hygiene and care.

Finally, note the use of disposable material, which is important for patient safety. So, pay attention to anesthesia needles, paper towels, and other items that cannot be reused and must be discarded.

3. OBSERVE THE ATTENTION PROVIDED TO THE PATIENT

Everyone likes to be treated well. But, when it comes to health, it is very important to know if the professional who serves you really cares about you.

In this way, take note if you willingly clarify the doubts you have, if you advise that any procedure might hurt, among other things. See if you feel well taken care of.

The behavior of a dentist who teaches you to care for your teeth, avoid problems and maintain oral health is important. These attitudes denote concern and care for the patient.

4. ASK QUESTIONS AT THE FIRST CONSULTATION

From the very first appointment, show that you care about who will take care of your health. So, ask as many questions as you feel necessary to feel safe with your dentist.

Ask to be explained how the treatment will be, what problems exist and the best alternatives. See if the answers are safe and if they reflect the experience of a good professional.

5. DON’T BE CHARMED WITH LOW PRICES

Be very careful with low prices. They can be a sign of the low quality that will be offered in the treatment.

On the other hand, if the price is too high, negotiate. A good professional can perfectly be a little flexible to serve you without undervaluing the service he offers.

With these 5 tips to help you choose a dentist, you are ready to look for the one that suits you best.

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